segunda-feira, 23 de junho de 2014

Godzilla (X)

E hoje temos mais filmes de Godzilla, encerrando a Série Heisei! Pois é, foi uma série curta.

Godzilla vs. SpaceGodzilla
1994

O ano de 1994 se avizinhava, e, com ele, o quadragésimo aniversário do primeiro filme de Godzilla. Evidentemente, a Toho desejava fazer algo de especial, e incumbiu os produtores Tomoyuki Tanaka e Shogo Tomiyama de criar mais um filme memorável. Eles até conseguiram, mas, aparentemente, pelas razões erradas.

Na década de 1970, antes de a Toho decidir suspender a Série Showa, Tanaka havia pensado em criar um clone espacial de Godzilla, chamado SpaceGodzilla - seguindo uma certa lógica, já que Godzilla havia acabado de enfrentar Mechagodzilla, um clone seu robótico. Como no filme anterior da Série Heisei Godzilla também havia enfrentado Mechagodzilla, Tanaka se lembrou desse fato, e convenceu a Toho de que o próximo oponente de Godzilla deveria ser SpaceGodzilla. No papel, a ideia era até boa, de forma que a Toho deu luz verde para o projeto.

Curiosamente, porém, o roteirista selecionado para escrever o filme, Hiroshi Kashiwabara, o faria muito mais parecido com os da Série Showa que com os demais da Série Heisei - suspeita-se de que já havia um roteiro pronto para um Godzilla vs. SpaceGodzilla da Série Showa, e que Kashiwabara, na verdade, teria sido preguiçoso e apenas alterado algumas coisas aqui e ali. Dentre as semelhanças estão o fato de que existem ilhas no Oceano Pacífico habitadas por kaijus, o antagonista é um monstro vindo do espaço, a presença de um "mini-Godzilla" para atrair o público infantil e, o mais importante de tudo, Godzilla retorna ao seu papel de herói, atuando claramente como protetor da Terra contra uma ameaça.

Após os eventos do filme anterior, a ONU decidiu desenvolver dois projetos para tentar impedir Godzilla no caso de um novo ataque. O primeiro deles envolvia reconstruir Mechagodzilla em uma nova forma chamada MOGUERA (um acrônimo para a bizarra frase "robô aéreo universal especialista em Godzilla para operações móveis" em inglês). Armado com poderosos mísseis, com um canhão de plasma capaz de emular a baforada de Godzilla, capaz de viajar no espaço sideral, de se dividir em duas outras formas - a parte inferior se transformando no tanque Land Moguera e a superior no jato Star Falcon - e, o mais importante, totalmente dependente do controle da ONU, sem vontade própria, MOGUERA seria a arma definitiva contra Godzilla, sendo usado para enfrentá-lo caso o monstro ameaçasse novamente o Japão.

O segundo projeto, por outro lado, pretendia garantir que MOGUERA jamais chegasse a ser usado. Chamado Projeto T, ele envolvia instalar um amplificador telepático na cabeça de Godzilla, que seria então usado para controlar a vontade do monstro, fazendo com que ele mudasse de ideia toda vez que pensasse em invadir o Japão. Deve ser muito divertido viver em um mundo no qual a ONU leva uma ideia dessas a sério.

Enfim, a famosa médium Miki Saegusa (Megumi Odaka), que já enfrentou Godzilla no passado, é convidada para fazer parte do Projeto T por um casal de cientistas amigos seus, o Dr. Susumo Okubo (Yosuke Saito) e a Dra. Chinatsu Gondo (Towako Yoshikawa), mas recusa, não somente por considerá-lo imoral, mas por acreditar que ele não fuincionará. Enquanto tenta convencê-la, o governo do Japão envia dois soldados, Koji Shinjo (Jun Hashizume) e Kiyoshi Sato (Zenkichi Yoneyama) para uma ilha no Oceano Pacífico, onde vive Little Godzilla (que, no filme anterior, era conhecido como Baby Godzilla, mas agora já tem trinta metros de altura e está bastante parecido com o pai), para armar uma cilada e instalar o amplificador telepático em Godzilla caso ele venha visitar o filho. Lá, eles se encontram com outro soldado, Akira Yuki (Akira Emoto), que deseja destruir Godzilla como vingança, já que seu melhor amigo foi morto pelo monstro durante seu ataque de cinco anos antes. Yuki afirma ter uma arma capaz de matar Godzilla - um dardo imbuído de um poderoso anticoagulante - e conhecer um ponto fraco em seu couro no qual o dardo pode ser disparado, e tenta convencer os dois colegas a ajudá-lo em sua missão.

Mas Godzilla tem problemas maiores que um amplificador telepático ou um dardo envenenado para se preocupar: um monstro desconhecido, apelidado SpaceGodzilla, ruma em alta velocidade para a Terra, e, segundo Mothra, que estava viajando pelo espaço para tentar deter um cometa em rota de colisão com nosso planeta, esse monstro deseja destruir Godzilla e dominar o mundo. Através de uma ligação telepática com Mothra, Miki fica sabendo da ameaça, e decide aceitar o convite de se unir ao Projeto T, não para deter Godzilla, mas para avisá-lo da chegada do monstro. Paralelamente a isso, a ONU também detecta a ameaça através de seus satélites, e envia MOGUERA para deter SpaceGodzilla. Infelizmente, o robô não é páreo para a ameaça espacial, e retorna à Terra seriamente avariado. O destino do planeta, então, fica nas mãos da mesma criatura que a ONU estava tentando destruir.

SpaceGodzilla não é um monstro aleatório que decidiu atacar a Terra, e sim um clone espacial de Godzilla, que odeia a "versão original" e quer destruí-la a qualquer custo. O filme apresenta duas teorias para sua origem: ou ele foi formado a partir dos restos de Biollante - que, de certa forma, também era um clone de Godzilla - que foram espalhados pelo espaço no final de Godzilla vs. Biollante, ou através de tecido de Godzilla levado ao espaço por Mothra. Seja como for, essas células de Godzilla teriam sido afetadas pela energia de um buraco negro, dando origem à criatura. SpaceGodzilla é bastante semelhante fisicamente a Godzilla, mas possui alguns poderes próprios, como o de voar e o de criar um campo de força, resultantes dos raios cósmicos aos quais foi submetido durante sua criação.

A roupa de SpaceGodzilla seria vestida pelo dublê Ryo Hariya, que tornaria a "interpretar" o antagonista no filme seguinte da série; já MOGUERA ficaria a cargo de Wataru Fukuda, que já havia interpretado Mechagodzilla no filme anterior. Kenpachiro Satsuma ficaria mais uma vez com o papel de Godzilla, enquanto a roupa de Little Godzilla seria vestida pelo anão Little Frankie. Satsuma só teve um percalço durante as gravações: a princípio, seria usada a mesma roupa do filme anterior, mas, por algum motivo, seu material não se comportou como deveria durante as cenas nas quais Godizlla está dentro d'água, com grandes placas de borracha se soltando ou ficando com um aspecto de derretidas - durante uma das cenas, na qual a cauda de Godzilla era erguida por um cabo, a ponta da cauda chegou a se rasgar. As gravações, então, tiveram de ser interrompidas para que uma nova roupa, mais resistente aos efeitos da água, fosse criada.

Em relação a MOGUERA, seu nome não foi escolhido por acaso: em 1957, a Toho lançou um filme, dirigido por Ishiro Honda e com efeitos especiais de Eiji Tsuburaya (a dupla responsável pelos principais filmes clássicos de Godzilla, caso você não tenha lido os demais posts da série), chamado Força de Defesa da Terra (conhecido em inglês como The Mysterians), no qual também existe um robô chamado Moguera (sem ser um acrônimo, essa parte ficou por conta da equipe de produção de Godzilla vs. SpaceGodzilla), usado pelos Mysterianos, os alienígenas do filme, para chantagear a Terra, e incluído no roteiro por sugestão de Tanaka, que também foi produtor desse filme, e achava que ele não faria sucesso se não tivesse um kaiju. O MOGUERA de Godzilla vs. SpaceGodzilla é bastante parecido com o Moguera de Força de Defesa da Terra, e divulgar, durante a pré-produção, a notícia de que ele estaria presente no filme gerou o interesse de vários fãs dos filmes clássicos da Toho. Em outras palavras, usar um MOGUERA ao invés de um novo Mechagodzilla foi uma jogada de marketing.

A inclusão de Little Godzilla no filme foi ideia de Tanaka, que imaginava poder atrair mais crianças aos cinemas caso houvesse um "personagem infantil" com o qual elas pudessem se identificar. Inicialmente seria usado Baby Godzilla, com a mesma forma e aparência do filme anterior, mas Koichi Kawakita, o chefe da equipe de efeitos especiais, não gostava da aparência de Baby Godzilla, e pediu para que fosse criada uma nova roupa, mais parecida com a de Godzilla. Para explicar a mudança, simplesmente ficou decidido que o tempo passou e ele cresceu, o que é até bem normal em se tratando de seres vivos. A mudança do nome ocorreu justamente porque, crescido, Little Godzilla já não era um bebê, e sim uma criança ou pré-adolescente.

Vale citar como curiosidade que, além da "ilha dos monstros", do antagonista espacial e do personagem infantil, Godzilla vs. SpaceGodzilla tem mais uma coisa em comum com os filmes da Série Showa: o reaproveitamento de cenas de outros filmes. Tudo bem que, nesse caso, foi por falta de opção: uma cena na qual Godzilla enfrenta a marinha japonesa enquanto procura por SpaceGodzilla chegou a ser gravada, mas Kawakita a considerou inaceitável, já que dava para ver claramente que os navios eram de brinquedo. Como a Toho não lhe permitiu gravar uma nova, para não atrasar o lançamento do filme e não gastar mais dinheiro, ele acabaria optando por usar uma cena de Godzilla vs. Biollante, na qual Godzilla também enfrenta a marinha, combinada com uma de Godzilla vs. Mothra na qual ele usa sua baforada, pera ficar diferente.

Dirigido por Kensho Yamashita, que já havia dirigido filmes de ficção científica para a Toho, mas fazia sua estreia nos kaiju - Takao Okawara, dos dois filmes anteriores, era a primeira opção da Toho, mas não pôde aceitar por já estar envolvido em outro filme, um projeto pessoal - Godzilla vs. SpaceGodzilla seria lançado em 10 de dezembro de 1994. O público até ficaria dentro do esperado pela Toho, mas o filme seria massacrado pela crítica. Dentre as principais reclamações, as de que a história era muito complicada, havia personagens demais, todos mal desenvolvidos, e o ritmo era muito lento em certos momentos e rápido demais em outros. Os elogios se dirigiriam, principalmente, à aparência de SpaceGodzilla e à sua batalha final com Godzilla, considerada bem realizada.

Godzilla vs. SpaceGodzilla também ganharia uma versão internacional, mas que só seria exibida em Hong Kong. Essa versão seria lançada diretamente em DVD nos Estados Unidos pela Columbia Tr-Star em 1999; curiosamente, a cena final do filme, no qual Godzilla nada de volta para sua ilha, seria cortada do DVD norte-americano. A Columbia alegaria que o corte se deu devido à não permissão do detentor dos direitos autorais da música que toca nessa cena, mas, quando o filme passou a ser exibido na TV a cabo norte-americana, a partir de 2000, a cena e a música estavam lá, intactas.

Godzilla vs. Destroyer
Godzilla vs. Destoroyah
1995

Após um filme que agradou à crítica mas não ao público, e um que agradou ao público mas não à crítica, alguns executivos da Toho chegaram à conclusão de que Godzilla já deu o que tinha de dar. Para todos os efeitos, portanto, Godzilla vs. SapceGodzilla seria seu último filme. Mas Tanaka teve uma ideia: fazer um verdadeiro último filme, que encerrasse a série, ao invés de simplesmente interrompê-la. Sem dúvida, o anúncio de que se tratava do último filme de Godzilla seria suficiente para levar um bom público aos cinemas. A Toho concordou, e o último filme de Godzilla começou a ser produzido.

Na ideia inicial de Tanaka, o último filme também serviria para fechar o círculo: nele, o Godzilla "atual" enfrentaria nada menos que o fantasma do Godzilla original, lá do filme de 1954, trazido de volta à vida por alguma razão bizarra. O fantasma venceria a luta e destruiria o Godzilla atual, que ressucitaria apenas para destruí-lo também, morrendo em seguida. Felizmente, a Toho não aprovou essa versão, alegando que, nos dois filmes anteriores, Godzilla já havia enfrentado "outras versões de si mesmo" - Mechagodzilla e SpaceGodzilla - e que, para o último filme, o ideal seria um monstro novo.

Para escrever o roteiro, então, foi chamado Kazuki Omori, de Godzilla vs. Biollante e Godzilla vs. King Ghidorah, que, primeiro, pensou em usar Bagan, monstro criado para O Retorno de Godzilla mas depois descartado, e que acabou sendo usado como último chefe no game Super Godzilla, do Super Nintendo, lançado em dezembro de 1993. Conforme escrevia o roteiro, porém, Omori começou a mudar algumas características do monstro, até que decidiu transformá-lo em um personagem completamente novo, o qual chamou de Destroyer - "destruidor", em inglês, mas que, na pronúncia japonesa, acabou ficando com um som parecido com "desutoroia", que acabaria sendo transliterado para Destoroyah no título da versão internacional do filme, sendo esse o nome usado internacionalmente, embora, no título da versão brasileira, tenham decidido deixar Destroyer mesmo.

Seja que nome tenha, Destoroyah foi criado através de uma mutação que alguns organismos marinhos sofreram quando o Destruidor de Oxigênio foi usado para destruir o primeiro Godzilla - criando, assim, um link com o filme original, como queria Tanaka. Ao longo do filme, ele assume várias formas, começando microscópico, mas com um apetite voraz, comendo e crescendo até se tornar um insetoide de dois metros de altura, podendo mudar para uma espécie de caranguejo de 18 metros, uma forma alada de 20 metros, parecida com um morcego, e uma forma monstruosa final, de 120 metros de altura e aparência demoníaca. Na verdade, todas as suas formas são criadas a partir da união de milhões de formas de vida microscópicas como sua forma original, o que lhe permite se recuperar de danos muito rapidamente, substituindo os organismos destruídos por outros intactos. Isso faz com que ele seja praticamente imune à baforada radioativa de Godzilla, além de contar com sua própria baforada, que lança o próprio Destruidor de Oxigênio contra seus adversários. Em outras palavras, um oponente pensado para uma digna luta final contra o Rei dos Monstros.

Após os eventos do filme anterior, Godzilla aparentemente enlouquece, atacando Hong Kong e destruindo a cidade sem razão alguma. O estudante Kenichi Yamane (Yasufume Hayashi), neto do Dr. Yamane do filme original, é convidado pela ONU para fazer parte de um grupo que busca entender o que está acontecendo e como fazer para deter Godzilla. Yamane teoriza que Godzilla absorveu muita radiação durante a luta contra SpaceGodzilla - teoria corroborada pelo fato de que Little Godzilla, agora chamado Godzilla Jr, cresceu rapidamente em pouquíssimo tempo, já estando quase do tamanho de um adulto, o que só pode ter sido causado pela radiação - o que teria feito com que ele não somente perdesse o controle, mas também pudesse entrar em massa crítica a qualquer momento, explodindo como uma poderosíssima bomba nuclear. Para detê-lo, então, a ONU envia um novo jato experimental, o Super X-3, armado com armas congelantes antinucleares.

Como desgraça pouca é bobagem, um estranho organismo, apelidado Destoroyah, surge no local onde o Godzilla original foi derrotado, e começa a atacar o Japão. Como Godzilla está enlouquecido e sendo atacado pelo Super X-3, e a força aérea japonesa não dá conta de deter a nova ameaça, Miki Saegusa (Megumi Odaka) usa seus poderes psíquicos para chamar Godzilla Jr. Ao perceber que Godzilla Jr. e Destoroyah estão se enfrentando em Tóquio, Godzilla ruma ele mesmo para lá, enquanto se aproxima cada vez mais da massa crítica - que, segundo os cientistas da ONU, fará com que ele derreta a crosta terrestre e afunde até explodir no núcleo do planeta, destruindo toda a Terra. De repente, ter três monstros gigantes lutando no meio da sua cidade não parece tão ruim assim.

A Toho fez uma intensa campanha de marketing para promover o filme, centrada na informação de que Godzilla morre no final - de fato, ele consegue destruir Destoroyah, mas é impossível evitar que entre em massa crítica; por outro lado, como ele gastou a maior parte de sua radiação na luta, a que sobrou não é suficiente para destruir a Terra, atuando apenas como uma bomba nuclear de baixa intensidade. Para que ninguém duvidasse de que ele morre mesmo, e não "aparentemente morre" ou "morre mas volta no filme seguinte", a Toho chegou a extremos, como cimentar e transformar em um estacionamento a piscina na qual foram filmadas todas as cenas de Godzilla na água desde King Kong vs. Godzilla, e anunciar que Koichi Kawakita estava se aposentando após sua finalização - na verdade, ele ainda trabalharia em três novos filmes de Mothra antes de ir trabalhar como consultor na Bandai, se aposentando, apenas, dos filmes de Godzilla.

Além de ser o último Godzilla de Kawakita, o filme se tornaria, de forma não intencional, o último trabalho de três nomes intrinsecamente ligados à série: dois anos após seu lançamento, Tanaka sofreria um infarto, falecendo aos 86 anos. Akira Ifukube, o compositor da trilha sonora, ficaria doente na mesma época, não voltando a trabalhar e falecendo de falência múltipla dos órgãos em 2006, aos 91 anos. E Momoko Kochi, que interpretou Emiko Yamane no Godzilla de 1954, foi convidada para repetir o papel em Godzilla vs. Destroyer. Mesmo estando sem atuar desde 1958 e sofrendo de câncer no intestino, ela aceitaria o que seria seu último papel no cinema - ela ainda sobreviveria mais três anos, mas acabaria falecendo em 1998, aos 66.

Kenpachiro Satsuna também vestiria a roupa de Godzilla pela última vez, mas por opção - ele está vivo até hoje, e bem de saúde. A roupa usada nesse filme possuía detalhes fluorescentes, para mostrar que Godzilla estava entrando em massa crítica, mas a tinta usada nela era normal, sendo a luminescência fruto de efeitos especiais - ainda bem, pois, dado o histórico de Satsuna com problemas com as roupas, era capaz de ele ter sido intoxicado. Já a roupa de Destoroyah era tão gigantesca que precisava de dois operadores, Ryo Hariya, que vestia a roupa, e Eiichi Yanagida, que controlava detalhes como as asas e o movimento da cabeça. Como curiosidade, vale citar que a roupa de Godzilla Jr. foi vestida por Hurricane Ryu, dublê que já havia interpretado King Ghidorah em Godzilla vs. King Ghidorah e Battra em Godzilla vs. Mothra.

Dirigido por Okawara, Godzilla vs. Destroyer estrearia em 9 de dezembro de 1995 com grande sucesso, se tornando o primeiro lugar das bilheterias japonesas no ano de 1996. A crítica também recebeu bem o filme, considerando-o um dos melhores da série e capaz de agradar até aos que não fossem fãs especificamente de Godzilla, mas gostassem de filmes de ação em geral. Assim como o filme anterior, Godzilla vs. Destroyer ganharia uma versão internacional, exibida nos cinemas apenas em Hong Kong e lançada diretamente em DVD nos Estados Unidos pela Columbia Tri-Star.

Finda a Série Heisei, nossa série de posts fará mais uma parada longa, retornando em breve com os mais recentes filmes japoneses de Godzilla! Até lá!

1 enfiaram o nariz:

Jamal Singh disse...

Conheci seu blog pelas suas postagens sobre Godzilla. como você sou louco por esportes e tenho interesses bem diversos, então acabei lendo várias de suas postagens. ainda bem, pois sua escrita é ótima! Aguardando ansiosamente o retorno de suas postagens sobre Godzilla.

4:57 PM

Postar um comentário