quarta-feira, 8 de julho de 2009

Mulher Maravilha

Já faz um tempão que eu não falo aqui sobre um super-herói. De fato, ao checar os posts na categoria correspondente, descobri que o último foi o Hulk, lá no final do ano passado. Também descobri que, até hoje, todos os super-heróis dos quais eu falei, com exceção de membros de equipes, foram do sexo masculino. Com esses dois dados em meu poder (sem intenção de trocadilho), imaginei que seria bom escrever hoje não somente mais um post sobre um super-herói, mas meu primeiro post inteiramente dedicado a uma super-heroína. E nenhuma super-heroína é mais adequada para essa honra do que a primeira e mais famosa de todas, a Mulher Maravilha.

Wonder Womaaaaaaan!A Mulher Maravilha foi criada em 1941 pelo psicólogo William Moulton Marston, sob o pseudônimo de Charles Moulton, para a editora All-American Publications, que mais tarde se uniria à National Periodicals para se tornar a DC Comics. Diz a lenda que Moulton teria sido contratado após os editores da All-American lerem uma entrevista sua na revista feminina Family Circle, na qual ele falava sobre o potencial educativo das revistas em quadrinhos, para criar um super-herói que não combatesse o mal com força bruta e armas de fogo, mas com o poder da verdade e do amor. Também diz a lenda que a esposa de Moulton, Elizabeth, ao ouvi-lo repetir essa frase, disse a ele "certo, mas crie uma mulher".

Verdade ou ficção, o fato é que Moulton se inspirou em sua própria esposa, que ele considerava um modelo de mulher à frente de seu tempo, para criar a personagem, que estrearia em uma história secundária da edição número 8 da All Star Comics, de dezembro de 1941. Já no mês seguinte ela conseguiria sua própria revista, a Sensational Comics, e em julho de 1942 ganharia uma revista com seu nome, tudo aparentemente de acordo com a concepção de Moulton de que as mulheres deveriam dominar o mundo - mais que um feminista, ele não acreditava que as mulheres eram iguais aos homens, mas superiores a eles, e destinadas a governar a sociedade. Sua Wonder Woman, uma belíssima morena de 1,80 m, mais forte que qualquer homem, e que ainda tinha um laço capaz de fazer qualquer um deles dizer somente a verdade, era um símbolo desse poder feminino. Aliás, o laço mágico da Mulher Maravilha tem uma origem curiosa: Moulton também foi um dos inventores do polígrafo, aquele aparelho conhecido como "detetor de mentiras", e, durante suas experiências com ele, chegou à conclusão de que as mulheres mentiam menos, e portanto eram mais confiáveis, que os homens.

Sendo uma mulher tão especial, a Mulher Maravilha não poderia ser uma humana comum como o Batman; ela precisaria ser alguém "de fora", como o Super-Homem. Assim, a identidade secreta da super-heroína era Diana, Princesa das Amazonas, filha da Rainha Hipólita, criada na Ilha Paraíso, onde mulheres fortes e guerreiras, inspiradas nas amazonas da Grécia antiga, treinavam seus corpos e suas mentes até atingir níveis sobre-humanos. Além de força incomparável, extrema agilidade e raciocínio formidável, tudo possível graças ao treinamento das amazonas, Diana ainda contava com duas armas: o laço da verdade, forjado pelo próprio Hefesto e dado de presente por Afrodite à sua mãe, indestrutível, de alcance infinito, e com o poder de fazer qualquer um amarrado por ele a responder somente a verdade a seu portador; e um par de braceletes também indestrutíveis, que, graças ao rigoroso treinamento de Diana, serviam para que ela rebatesse balas e outros projéteis disparados contra seu corpo.

Diana veio parar no mundo dos homens depois que o militar Steve Trevor, do exército dos Estados Unidos, caiu com seu avião na Ilha Paraíso. Cuidando dele, a Princesa se apaixonou, e, quando Afrodite determinou que uma campeã amazona, escolhida através de um torneio, deveria acompanhá-lo de volta a seu país e ajudar a humanidade a combater o nazismo, mesmo contra a vontade da mãe, usando uma máscara para não ser reconhecida, ela decidiu participar de tal torneio, vencendo-o e ganhando o direito de lutar pelo bem. Ao chegar nos Estados Unidos, Diana adotou a identidade de Diana Prince, trocando de lugar com uma enfermeira que estava viajando para a América do Sul para reencontrar seu noivo, e passa a trabalhar ao lado de Trevor na inteligência militar, primeiro como enfermeira, depois como secretária, mas sempre se transformando na Mulher Maravilha quando a situação exigia, digamos, uma intervenção direta.

A abordagem extremamente feminista de Moulton criaria alguns problemas para a personagem, como acusações de que ela incitava o desenvolvimento sexual precoce dos leitores. Mas, por causa das limitações sociais da época, a Mulher Maravilha estava longe de ser o ícone feminista que seu criador almejava - ao entrar para a Sociedade da Justiça, por exemplo, ela se tornou a secretária do grupo, mesmo sendo bem mais poderosa que a maioria de seus membros. A situação pioraria ainda mais a partir de 1947, quando Moulton faleceria, e o roteirista Robert Kanigher decidiria por uma nova abordagem em relação à personagem, com menos feminismo e mais traquitanas, como brincos que permitiam que ela respirasse sob a água e no espaço sideral; um comunicador instalado em um dos braceletes, com o qual ela poderia falar diretamente com a Ilha Paraíso; uma tiara-bumerangue indestrutível; e o infame Jato Invisível, com o qual ela viajava pelo mundo. Em meados da década de 1950, após a publicação do livro Seduction of the Innocent, que basicamente culpava os quadrinhos pela delinquência juvenil, a personagem foi ainda mais descaracterizada, para que não trouxesse "problemas" à editora, o que levou a uma falta de interesse geral pela Mulher Maravilha, que já não era vista como uma personagem interessante.

Na década de 1960, a personagem seria reformulada, assim como a maioria dos personagens da DC. Em uma nova origem, criada por Ross Andru e Mike Esposito, Diana teria sido feita do barro da Ilha Paraíso, e recebido as bênçãos dos deuses do Olimpo, se tornando tão bela quanto Afrodite, tão inteligente quanto Atena, mais forte que Hércules e mais ágil que Hermes. Seu treinamento com as amazonas lhe conferiu uma fraca forma de telepatia, profundo conhecimento científico, e a habilidade de falar qualquer idioma humano. Andru e Esposito também eliminaram quaisquer referências à Segunda Guerra e ao nazismo, e estabeleceram uma regra segundo a qual a Ilha Paraíso seria destruída caso um homem pusesse os pés nela. A Mulher Maravilha ainda viria ao mundo dos homens lutar pelo bem, mas não contra o nazismo, e nem por causa de Steve Trevor.

Ao longo da década, a Mulher Maravilha ganharia novos e mais impressionantes poderes, como a capacidade de voar levada por correntes de ar, um super sopro que transformava água em neve, a capacidade de projetar imagens com o poder da mente, ventriloquismo, visão microscópica e invulnerabilidade a calor e frio extremos. Então, no final dos anos 1960, ela os perdeu todos, ao escolher ficar no mundo dos homens defendendo Steve Trevor de acusações criminais a viajar com suas irmãs amazonas para outra dimensão. Diana Prince, agora uma mulher comum, treinaria artes marciais com o mestre oriental I Ching, se tornaria uma especialista em armas, e se envolveria em aventuras de ação e espionagem, ao estilo de séries de TV como Os Vingadores e As Panteras (que ainda nem havia estreado, mas ainda assim serve como referência).

Sensational Comics no. 1As aventuras de Diana Prince durariam até 1972, quando a jornalista Gloria Steinem, editora da revista feminina Ms., que crescera lendo as aventuras da Mulher Maravilha, revoltada com o fato de que a mais importante super-heroína do mundo havia sido privada de seus poderes, decidiu colocá-la na capa da revista que trazia um artigo exaltando-a em seu interior. A alta vendagem da edição levou a DC a chamar Kanigher para reassumir a revista Wonder Woman na edição 203, onde ela ganharia novamente seus poderes. Após um arco que durou dois anos, onde a Mulher Maravilha tinha de cumprir doze trabalhos para provar que poderia voltar a ser membro da Liga da Justiça, Kanigher escreveu mais algumas histórias ambientadas na Segunda Guerra, o que se tornou possível graças à decisão da DC de criar o Multiverso, segundo as leis do qual a Mulher Maravilha de 1970 e a de 1940 eram duas mulheres diferentes, que coexistiam em universos paralelos.

Na década de 1980, a Mulher Maravilha ganharia um novo símbolo, que lembrava dois W (de "Wonder Woman", evidentemente), um em cima do outro, no lugar da águia que enfeitava seu decote no uniforme original. Apesar das histórias dessa época serem consideradas como algumas das melhores da carreira da heroína, as vendas caíam ano após ano, até que, em 1986, a DC tomou a decisão de cancelar a revista, com o último número mostrando o casamento de Diana Prince e Steve Trevor. Mas aí veio a infame Crise nas Infinitas Terras, que apagou a Mulher Maravilha da continuidade do universo, permitindo que fosse contada uma nova origem para a personagem, que mais uma vez recomeçaria do zero com novos poderes.

A nova Mulher Maravilha, que estrearia em uma nova Wonder Woman número 1, de fevereiro de 1987, era a princesa e emissária da ilha de Themyscira, criada do barro da ilha e presenteada pelos deuses com várias habilidades: de Afrodite, recebeu beleza estonteante e um coração puro; de Atena, grande sabedoria; de Deméter, força superior à dos mortais; de Héstia, imunidade ao fogo; de Ártemis, instintos de caçadora e a capacidade de se comunicar com animais; e de Hermes, grande agilidade e a capacidade de voar. Possuindo ainda uma certa ingenuidade de quem passara a vida inteira em uma ilha, essa nova Mulher Maravilha, que não se considerava uma heroína, lutava contra supervilões inspirados na mitologia grega - alguns representando os próprios deuses, como Ares - que ameaçavam o mundo dos mortais.

Nos anos seguintes, Diana lutaria ao lado de suas colegas amazonas, se tornaria uma diplomata, questionaria seu lugar na sociedade, e se tornaria a guarda-costas pessoal da deusa Atena. Até que, graças à Crise Infinita, seria "rebootada" mais uma vez, com o terceiro número 1 de Wonder Woman sendo lançado em junho de 2006. Agora Diana Prince era novamente uma agente secreta, e o símbolo da Mulher Maravilha combinaria a águia original com os dois W. Essa nova série não vem rendendo o sucesso esperado, e muitos atribuem esse fato a uma certa incosistência da DC em relação à personagem, que, apesar de estar dentre as mais famosas do mundo, jamais teve uma continuidade sólida, com diversos autores se revezando em um espaço de poucos meses, e mudanças de direção e estilo frequentes e confusas. De fato, parece que muitos conhecem a figura da Mulher Maravilha, mas poucos se interessam em conhecer suas histórias.

Alguns acreditam, inclusive, que a maior parte da popularidade da Mulher Maravilha não venha dos quadrinhos onde teve origem, mas da TV, principalmente dos desenhos animados dos quais participou, como o dos Super Amigos, exibido nas décadas de 1970 e 1980, e o da Liga da Justiça, exibido há alguns anos no Cartoon Network. Neles, porém, Diana não era apresentada como uma super-heroína "solo", mas como parte de uma equipe. O primeiro desenho focado exclusivamente em sua história seria lançado apenas esse ano, um longa metragem de animação lançado diretamente em DVD.

Em carreira solo, porém, a Mulher Maravilha construiu uma bem sucedida carreira na TV na década de 1970, que começou de forma um tanto atrapalhada: em 1967, motivado pelo sucesso da série do Batman, o produtor William Dozier manifestou interesse em produzir uma série no mesmo estilo sobre a super-heroína. Um piloto de cinco minutos chegou a ser produzido, onde Diana Prince (Ellie Wood Walker), que morava ao lado de uma base da força aérea norte-americana, ouvia sua mãe (Maudie Prickett) reclamar do fato de que ela não arrumava um namorado. Quando a mãe deixa a cena, ela se transforma na Mulher Maravilha (Linda Harrison, que depois faria Nova no Planeta dos Macacos), se admira no espelho e sai voando pela janela. Graças aos deuses, esse piloto não foi aprovado, e a série foi engavetada.

Em 1974, a ABC decidiu fazer uma nova tentativa de levar a Mulher Maravilha para a telinha, produzindo um filme para a TV que seria exibido dia 12 de março daquele ano. Inspirado na época em que Diana Prince era uma agente secreta treinada por I Ching, o filme trazia Cathy Lee Crosby no papel principal, e Kaz Garas como o agente Steve Trevor. Juntos, os dois tinham a missão de deter o vilão Abner Smith (Ricardo Montalban), que roubara arquivos confidenciais do governo norte-americano. Embora Diana seja conhecida no filme como "Mulher Maravilha", ela não usa o uniforme dos quadrinhos, e não tem qualquer tipo de superpoder, o que faz com que o filme se pareça mais com um de 007 do que com um filme de super-heróis. A própria ABC reconheceria que a produção deste filme foi um erro, e que não tinha interesse em fazer dele uma série regular.

Lynda CarterMesmo assim eles não desistiram, e, no ano seguinte, já estavam trabalhando em outro filme para a TV, desta vez com o roteirista recebendo ordens de fazê-lo o mais fiel possível aos quadrinhos. Talvez essa ordem tenha sido um pouco exagerada, já que o filme acabou sendo ambientado na Segunda Guerra Mundial. Para o papel da Mulher Maravilha, os produtores escolheram a belíssima Lynda Carter (que, assim como a Diana dos quadrinhos, é uma morena de olhos azuis de 1,80 m), enquanto Steve Trevor ficou a cargo de Lyle Waggoner, um dos atores cotados para interpretar o Batman que acabaria ficando com Adam West. Assim como nos quadrinhos, neste filme Trevor cai com seu avião na Ilha Paraíso (que no filme fica no Triângulo das Bermudas), e Diana é escolhida, através de um torneio do qual participa disfarçada, para retornar com ele ao mundo dos mortais. Ao chegar aqui, e descobrir sobre a ameaça do nazismo, ela decide ficar e lutar contra o mal, assumindo a identidade secreta de Diana Prince, secretária de Trevor.

O filme, de 90 minutos, que estreou em 7 de novembro de 1975, foi um grande sucesso, e imediatamente a ABC encomendou mais dois, de uma hora cada, para irem ao ar em abril de 1976. Esses outros filmes também foram bem sucedidos, o que levou o canal a encomendar mais 11 episódios de uma hora cada, exibidos entre 13 de outubro de 1976 e 16 de fevereiro de 1977. Juntos, os três primeiros filmes e esses 11 episódios formariam a primeira temporada da série regular. Nela, Diana se transforma na Mulher Maravilha girando em torno de seu próprio eixo (um movimento, segundo dizem, sugerido pela própria Lynda Carter), e, apenas quando está transformada, possui grande agilidade, que permite que ela rebata balas com seus braceletes indestrutíveis, e força sobre-humana, conferida por um cinturão especial, bem como pode se utilizar de seu laço da verdade. O curioso Jato Invisível também aparece em alguns episódios, assim como uma outra heroína, a Garota Maravilha (Debra Winger), na verdade a irmã mais nova de Diana, Drusilla, enviada para levá-la de volta à Ilha Paraíso. Nos três primeiros filmes Diana também tem o poder de imitar qualquer voz, mas na série regular isso é esquecido.

Mesmo com todo o sucesso da série, a ABC não quis investir em uma segunda temporada, com receio de que a boa audiência não se mantivesse. Mas a Warner, que tinha os direitos sobre a personagem, pensava diferente, e ofereceu a série à CBS, que aceitou bancar uma segunda temporada com a condição de que esta fosse ambientada nos dias atuais (da época), e não na Segunda Guerra Mundial. A Warner atendeu, e arrumou uma explicação até razoavelmente simples: como Diana era imortal e não envelhecia, após a Segunda Guerra ela retornou à Ilha Paraíso, voltando ao mundo dos mortais após 35 anos, como uma agente da IADC, uma agência internacional que combatia o crime e invasões alienígenas. Lynda Carter foi mantida no papel da Mulher Maravilha, e Lyle Waggoner continuou na série, desta vez como Steve Trevor Jr, filho do Steve Trevor da série original, que falaceu alguns anos antes de Diana retornar à América. Diana Prince começaria a série como assistente de Trevor, mas aos poucos conquistaria seu lugar na agência, sendo enviada em missões sozinha. A segunda temporada teve 22 episódios, e foi ao ar entre 16 de setembro de 1977 e 21 de abril de 1978.

A segunda temporada teve boa audiência, mas não tanto quanto a primeira, o que levou a CBS a sugerir mudanças, visando tornar a série mais atraente para adolescentes, para a terceira temporada, que estrearia em 22 de setembro de 1978, com mais 24 episódios. O robozinho Rover, introduzido no final da segunda temporada como apoio cômico, fazia aparições cada vez mais frequentes e duradouras; em quase todos os episódios o protagonista era um jovem ou adolescente; e os temas agora versavam sobre esportes radicais, discoteca e proteção ao meio ambiente. Trevor desapareceu da série, e a Mulher Maravilha ganhou novos poderes, como a capacidade de se comunicar telepaticamente com animais e de criar explosões luminosas. A audiência se manteve boa, mas oscilante, o que levou a Warner a preparar uma espécie de reboot da série para a quarta temporada, com Diana sendo realocada para a divisão de Los Angeles da IADC (originalmente ela trabalhava em Washington), em um episódio que até mesmo introduziu novos personagens coadjuvantes - incluindo um chimpanzé.

Em 1979, porém, a CBS tomou a decisão de privilegiar suas sitcoms, que na época alcançavam altíssimos índices de audiência, deixando a Mulher Maravilha meio de lado. Eles ainda passaram os episódios que já estavam filmados, mas sem muita preocupação com eles, o que fez com que nenhum episódio da Mulher Maravilha fosse exibido em abril, junho ou julho de 1979, e apenas um fosse exibido no mês de agosto. Mais que isso, por causa dessa confusão, o episódio do reboot não foi o último, com mais dois sendo exibidos depois dele, o que fez com que a continuidade da série fosse para o espaço. No final de 1979, a CBS optou por não investir em uma quarta temporada, o que fez com que o último episódio da Mulher Maravilha fosse ao ar em 11 de setembro de 1979. A série, porém, continua sendo um cult, e Lynda Carter, mesmo tendo feito outros papéis, continua sendo conhecida como a Mulher Maravilha.

A série com Lynda Carter foi a última vez em que a Mulher Maravilha foi representada em carne e osso. Muito se fala de um filme com a heroína, que estrearia na esteira dos recentes sucessos da Marvel, mas até agora a Warner, dona da DC, não conseguiu chegar a um consenso sobre o roteiro ou sobre quem interpretaria a protagonista. Também muito se falou que a Mulher Maravilha apareceria no indefinidamente suspenso filme da Liga da Justiça, mas antes disso seria bom que Diana ganhasse um filme só dela - afinal, não é justo que a maior super-heroína do mundo fique conhecida por fazer parte de uma equipe.

3 enfiaram o nariz:

VITÓRIA disse...

SÓ QUERIA SABER QUAL É A PROFISSÃO DELA!!!

9:49 PM
Anônimo disse...

gostaria de saber quando é que vai ser colocado a venda a quarta temporada em diante. severino ayres de lima itapeva são paulo.

4:13 PM
Guil disse...

Ué, mas só são três temporadas

6:16 PM

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