domingo, 16 de agosto de 2020

Escrito por em 16.8.20 com 0 comentários

Amy Adams

Depois de fazer o post sobre Bradley Cooper, resolvi pensar quais outros atores atualmente eu poderia listar como meus preferidos baseado na quantidade de filmes deles que tenho assistido, e concluí que Amy Adams é uma séria candidata. Por causa disso, ela vai ganhar um post também.


Amy Lou Adams nasceu em 20 de agosto de 1974, na cidade de Vicenza, no norte da Itália. Ela não é, porém, italiana, e sim norte-americana: seu pai, Richard Adams, era militar, e, na época de seu nascimento, estava servindo em Vicenza; pela lei dos Estados Unidos, em casos como esse, a criança recebe a nacionalidade dos pais. Richard e Kathryn Adams, aliás, aparentemente não tinham televisão, pois Amy é a filha do meio de um total de sete, tendo três irmãos mais velhos e três mais novos, num total, contando com ela, de quatro homens e três mulheres. Cada um deles nasceu em uma base diferente, e Amy também se mudou muito de cidade e de país até completar oito anos, quando sua família se estabeleceu na cidade de Castle Rock, no Colorado, e seu pai deixou o exército para se tornar cantor, tentando a sorte em clubes noturnos e restaurantes. A ideia não deu muito certo, e, em 1985, Richard e Kathryn se separaram; ele se mudaria para o Arizona e se casaria novamente, ela ficaria com os sete filhos e decidiria se tornar uma fisiculturista profissional. Amy teria uma infância pobre, dividida entre bases militares, parques de trailers, clubes noturnos e academias de ginástica.

Amy detestava ir à escola, e estudava apenas o suficiente para passar de ano; ela gostava, porém, de fazer parte do Clube do Coral, da equipe de ginástica olímpica, e do grupo de dança, desejando se tornar bailarina clássica - e tinha inclinação para isso, ganhando uma bolsa de estudos na David Taylor Dance Company. Quando Amy concluiu o Ensino Médio, sua mãe decidiu se mudar com ela e seus irmãos mais novos para a cidade de Atlanta, Geórgia. Com 18 anos, ela decidiria não tentar ingressar em uma faculdade, para desgosto da mãe, e, achando que já estava velha para começar como bailarina, decidiu se dedicar ao teatro. Para pagar suas contas, ela trabalhou como vendedora na Gap e garçonete no Hooters, restaurante famoso por vestir suas funcionárias com trajes mínimos - e, por não gostar disso, ela decidiria pedir as contas assim que juntasse dinheiro suficiente para comprar um carro usado, que facilitaria sua vida na hora de fazer os testes e apresentações.

A carreira artística de Amy começaria em 1994, quando ela, aos 20 anos, conseguiria um papel como dançarina em uma montagem de A Chorus Line num dinner theater na cidade de Boulder, Colorado. Um dinner theater é uma espécie de restaurante no qual, uma vez por dia, os funcionários apresentam uma peça, sendo Amy, além de dançarina, uma das garçonetes desse restaurante. Ela acabaria demitida depois que um colega invejoso fez a cabeça do diretor da peça, convencendo-o de que ela não tinha profissionalismo, mas, por indicação de outra colega, conseguiria um papel em outro dinner theater, na cidade de Denver, também no Colorado, onde se apresentaria com Anything Goes, com um papel de um pouco mais de destaque. Durante uma de suas apresentações, no público estaria o dono de um dinner theater da cidade de Chanhassen, Minnesota, que a convenceria a se mudar para lá e trabalhar para ele, com papéis de ainda mais destaque - incluindo a de protagonista em uma nova montagem de Anything Goes. Amy trabalharia em Chanhassen durante três anos, e, embora adorasse o local, os colegas, as peças, e sentisse estar aprendendo muito, acabaria desistindo e pedindo demissão por problemas físicos - trabalhar como garçonete e atuar dançando e cantando no mesmo dia, às vezes seis vezes por semana, estava se mostrando muito exaustivo, e ela começaria a ter vários problemas musculares, incluindo distensões.

Enquanto trabalhava em Chanhassen, Amy receberia uma proposta para trabalhar num filme, um curta em preto e branco chamado The Chromium Hook, de 1998. Não seria uma estreia bombástica, mas lhe renderia um convite para fazer um teste, em Minneapolis, para o elenco do filme Lindas de Morrer, que seria filmado na cidade para ser lançado em 1999, e contaria com Kirsten Dunst, Ellen Barkin e Kirstie Alley no elenco. Amy se sairia bem no teste, e ficaria com o papel de uma líder de torcida promíscua. Alley ficaria impressionada com a naturalidade de sua interpretação - principalmente porque Amy e a personagem tinham personalidades totalmente opostas - e a convenceria a se mudar para Los Angeles e tentar uma carreira no cinema, o que ela faria aos 25 anos de idade.

Como toda atriz iniciante, ela faria testes para tudo o que aparecesse; talvez por causa de seu papel em Lindas de Morrer, entretanto, os produtores pareciam querer que ela só interpretasse meninas malvadas e promíscuas, não a levando muito a sério quando ela fazia testes para, por exemplo, mocinhas românticas. O primeiro teste no qual ela passou foi não para um filme, e sim para uma série de TV, chamada Manchester Prep, que seria uma espécie de spin off do filme Segundas Intenções. Amy seria nada menos que a protagonista da série, papel que foi de Sarah Michelle Gellar no cinema, mas, após apenas três episódios terem sido gravados, a imensa controvérsia causada pelo conteúdo sexual da série levaria a seu cancelamento. Esses três episódios acabariam editados e lançados diretamente em vídeo em 2000 com o nome de Segundas Intenções 2; apesar de esse "filme" ter sido detonado pela crítica, alguns críticos elogiariam bastante a atuação de Amy, com um deles até dizendo que ela se saiu melhor que Gellar.

Também em 2000, ela conseguiria seu segundo papel no cinema, o de mais uma menina malvada e promíscua, rival da protagonista, em Horror na Praia Psicodélica, uma sátira aos filmes de slasher tipo Sexta-Feira 13. Depois disso, ela conseguiria uma espécie de recorde, fazendo participações especiais de um episódio cada em nada menos que seis séries, That 70's Show, Jovens Bruxas, Zoe, Duncan, Jack & Jane, Providence, Buffy: A Caça-Vampiros e Smallville, todas no mesmo ano. Ainda em 2000, ela conseguiria um pequeno papel no filme para a TV The Peter Principle. Depois desse início cheio de trabalho, ela passaria todo o ano de 2001 sem conseguir nenhum papel, sendo rejeitada em todos os testes que fez.

Em 2002 ela voltaria a conseguir papéis pequenos, nos filmes The Slaughter Rule, Meu Namorado Pumpkin e A Serviço de Sara, e em um dos episódios da série West Wing. Então, viria aquele que poderia ter sido seu divisor de águas: Prenda-me se for Capaz, de Steven Spielberg, no qual interpretava uma enfermeira pela qual o protagonista, interpretado por Leonardo di Caprio, se apaixonava. Amy seria elogiadíssima por toda a crítica, incluindo um crítico da revista Variety que diria que o filme ganhou muito com sua presença, mas, por alguma razão, passaria todo o ano de 2003 sem passar em nenhum teste nem ser convidada para nenhum papel - o próprio Spielberg, em uma entrevista anos mais tarde, se declararia surpreso por ela não ter estourado após a boa recepção por parte da crítica em Prenda-me se for Capaz. Deprimida, ela pensaria em largar a carreira e ir fazer outra coisa da vida, mas acabaria decidindo fazer aulas de atuação, imaginando que tinha alguma deficiência que ela não notava, mas os avaliadores de seus testes sim. Enquanto fazia as aulas, ela seria aprovada em um teste para o elenco fixo da série Dr. Vegas, que estrearia em 2004, mas seria cancelada após apenas seis episódios; para um pequeno papel no filme A Última Aventura; e seria convidada para dublar "vozes adicionais" em quatro episódios de O Rei do Pedaço.

Quando Dr. Vegas foi cancelada, Amy já tinha 30 anos e estava cansada das aulas de atuação. Após passar em um teste para o filme Retratos de Família, de 2005, uma produção independente com orçamento de apenas um milhão de dólares, no qual interpretaria uma moça grávida e tagarela, ela decidiria que essa seria sua última tentativa, e que, se não desse certo, abandonaria a carreira de atriz. A performance de Amy no filme acabaria aclamadíssima, lhe rendendo um prêmio especial do júri no Festival de Sundance e uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, mas seria o diretor do filme, Phil Morrison, que a convenceria a não abandonar a carreira. Retratos de Família também acabaria sendo responsável por um detalhe que pouca gente sabe: Amy não é ruiva de verdade, e sim loura; ela pintaria o cabelo de ruivo para esse filme, e, considerando que a cor lhe deu sorte, decidiria que seria ruiva em todos os seus filmes subsequentes.

Depois do papel aclamadíssimo em Retratos de Família, Amy conseguiria dois papéis pequenos em dois filmes massacrados pela crítica, Muito Bem Acompanhada e A Última Festa de Solteiro, e seria convidada para uma participação no último episódio da primeira temporada de The Office, no papel de uma vendedora de bolsas que tem um caso com o personagem de John Krasinski; embora isso não estivesse previsto, ela agradaria à produção, e voltaria para mais dois episódios da segunda temporada. Em 2006, ela teria mais papéis pequenos, em O Ex-Namorado da Minha Mulher e Tenacious D - Uma Dupla Infernal, e teria algum destaque na comédia Ricky Bobby: A Toda Velocidade, no que os críticos chamariam de um retrocesso em sua carreira após Retratos de Família. Então, em 2007, finalmente sua carreira começaria a decolar, após ela conseguir mais um trabalho de dublagem em Vira-Lata.

Vira-Lata era produzido pela Disney, que, na época, procurava uma protagonista para Encantada, um filme musical que seria uma espécie de auto-paródia das Princesas Disney. Os executivos da Disney queriam que a protagonista fosse uma estrela de primeiro time, mas o diretor Kevin Lima os convenceu de que o filme daria mais certo se fosse alguém relativamente desconhecida. Amy receberia o convite para o teste durante as dublagens de Vira-Lata, e competiria pelo papel com cerca de 250 atrizes; Lima a escolheria usando como justificativas sua versatilidade, seu comprometimento e os fatos de que ela já estava acostumada com dublagem (parte do filme é de animação) e de que ela também sabia cantar (Amy gravaria três músicas para o filme, True Love's Kiss, Happy Working Song e That's How You Know), o que faria com que a Disney não tivesse de contratar uma cantora para dublá-la - além disso, sendo pequena, magra e ruiva, Amy já era praticamente uma Princesa Disney. A atuação de Amy em Encantada foi uma coisa de outro mundo, aclamada pelos principais críticos de cinema dos Estados Unidos, sendo indicada a um Globo de Ouro de Melhor Atriz em Musical ou Comédia, e frequentemente considerada como a maior razão para o sucesso do filme - com orçamento de 75 milhões de dólares, rendeu 128 milhões nos Estados Unidos e 340 milhões no mundo inteiro. Aos 33 anos, e após quase desistir duas vezes, Amy Adams finalmente chegava ao primeiro time.

O primeiro papel de Amy após Encantada seria uma participação mínima em Jogos do Poder, também de 2007, com o qual ela já tinha se comprometido antes do filme da Disney, que serviu para consolidar sua subida rumo ao topo: críticos elogiaram mais uma vez sua atuação, e se mostraram desapontados por seu talento ter sido desperdiçado com uma personagem de tão pouca importância. Depois disso, o jogo virou, e, ao invés de ter que passar seus dias aguardando a resposta de inúmeros testes, Amy passaria a receber convites de estúdios interessados em sua presença em seus filmes.

Amy começaria 2008 com dois papéis muito elogiados pela crítica, no filme independente Trabalho Sujo, no qual ela e Emily Blunt são duas irmãs que abrem uma empresa especializada em limpar cenas de crimes para criminosos, e em A Vida Num Só Dia, no qual, em 1939, ela é uma atriz norte-americana que faz amizade com uma governanta, interpretada por Frances McDormand, enquanto tenta conseguir um papel no teatro em Londres. Também em 2008, ela estaria em Dúvida como uma freira que se envolve em um conflito entre a diretora de um colégio católico (Meryl Streep) e um padre acusado de pedofilia (Phillip Seymour Hoffman); ela declararia que trabalhar com essa dupla seria uma "aula de interpretação", mas ela é que daria um show, ganhando destaque na crítica e sendo indicada para um Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante em Drama, além de conseguir sua segunda indicação para o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.

Em 2009, ela interpretaria a famosa aviadora Amelia Earhart em Uma Noite no Museu 2, e voltaria a dividir uma produção com Streep em Julia & Julia, como uma mulher que, cansada de seu emprego, decide criar um blog no qual tenta fazer todas as receitas do livro escrito pela personagem de Streep - para se preparar para esse filme, ela faria aulas de culinária no Instituto de Educação Culinária de Nova Iorque. Em 2010, ela estrelaria a comédia Casa Comigo?, no papel de uma moça que viaja à Irlanda para pedir o noivo em casamento, mas acaba se envolvendo em uma curiosa viagem ao lado de Matthew Goode; e brilharia como a namorada sensual e briguenta de um boxeador no início de carreira em O Vencedor, fazendo aulas de pole dance para se preparar para o papel, que lhe renderia uma segunda indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante em Drama, e uma terceira ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, que perderia para Melissa Leo, que fazia a mãe do boxeador no mesmo filme.

2010 também foi um ano muito especial para Amy porque foi o ano de nascimento de sua primeira filha, Aviana, com o também ator Darren Le Gallo. Amy e Le Gallo se conheceram em 2001, durante um curso de atuação, e, embora jamais tenham se casado oficialmente, dividem o mesmo endereço desde 2008. Os dois mantêm uma vida privada longe dos holofotes, e ele é o principal responsável por cuidar da casa, já que a carreira dela é bem mais ativa. Em toda a sua vida pessoal, inclusive, Amy procura manter um certo distanciamento, não se importando em passar a imagem de que é uma celebridade - segundo ela, quanto mais as pessoas souberem como ela é, mais difícil será para ela interpretar diferentes personagens. Devido a seu começo difícil na carreira, em 2010 Amy também decidiria fundar um curso de atuação especificamente voltado a atores iniciantes de baixa renda, dentro da New York City's Ghetto Film School.

Em 2011, ela faria mais um musical da Disney, Os Muppets, no qual contracenaria com os famosos bonecos, e para o qual gravaria sete músicas. Ela também retornaria ao teatro após 13 anos para uma montagem ao ar livre, em Nova Iorque, de Into the Woods; isso fez com que ela tivesse de se afastar pelo resto do ano do cinema, retornando em 2012 com mais uma performance aclamada em O Mestre, no qual ela contracenaria mais uma vez com Hoffman, que interpretava o líder de um culto, e ela, sua esposa feroz e manipuladora, papel que lhe rendeu uma quarta indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, e uma terceira ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante em Drama. Ainda em 2012, ela interpretaria a filha do personagem de Clint Eastwood, que tem dificuldades para se relacionar com o pai, um olheiro de beisebol, em Curvas da Vida, e faria uma pequena participação como uma viciada em drogas em Na Estrada.

Amy começaria 2013 interpretando Lois Lane em O Homem de Aço - curiosamente, ela havia feito um teste para o mesmo papel em Superman: O Retorno, de 2006, mas o diretor Bryan Singer preferiu Kate Bosworth. O Homem de Aço seria seu filme de maior bilheteria até então, mas os críticos considerariam o personagem raso e reclamariam de sua falta de química com Henry Cavill, que interpretava Superman. No mesmo ano, ela faria Ela, no papel da melhor amiga do personagem de Joaquin Phoenix, que se apaixona por um sistema operacional com a voz de Scarlett Johansson; Amy declararia ter se interessado pelo papel porque relações de amizade, sem romance, entre homens e mulheres são raras nos roteiros de Hollywood. Ela terminaria 2013 mais uma vez aclamada, dessa vez por seu papel em Trapaça, o de uma mulher sedutora e trambiqueira, em um elenco pesado que contava com Christian Bale, Bradley Cooper e Jennifer Lawrence; a atuação de Amy lhe renderia um Globo de Ouro de Melhor Atriz em Musical ou Comédia, além de sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

Amy ganharia um segundo Globo de Ouro de Melhor Atriz em Musical ou Comédia por sua atuação em Grandes Olhos, de 2014, no papel da pintora Margaret Keane, cujo trabalho foi plagiado por seu próprio marido, que ficou com toda a fama. Ainda em 2014, ela faria A Última Canção, que não seria bem recebido pela crítica, e participaria do famoso programa Saturday Night Live. Ela passaria o ano de 2015 fora das telas, e retornaria em 2016 para o segundo filme de seu contrato como Lois Lane, Batman vs. Superman: A Origem da Justiça, que se tornaria seu filme de maior bilheteria até então, mas com mais uma vez o papel sendo considerado aquém de seu talento. Felizmente, ainda em 2016, ela teria duas outras oportunidades de esbanjá-lo, ambas no papel de mulheres fortes, inteligentes e decididas: a linguista que tenta travar contato com uma raça alienígena em A Chegada e a negociante de arte que se vê emocionalmente abalada ao ler um romance escrito por seu ex-marido (interpretado por Jake Gyllenhaal) em Animais Noturnos. Ambas as atuações seriam aclamadas, e A Chegada lhe renderia mais uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz em Drama - e protestos da crítica por ela não ter sido indicada também ao Oscar. Amy faria um único filme em 2017, Liga da Justiça, mais uma vez como Lois Lane.

Em 2018, ela aceitaria um novo desafio ao protagonizar a minissérie da HBO Sharp Objects, com oito episódios baseados em um livro de mesmo nome de Gillian Flynn, na qual ela faria sua estreia como produtora e interpretaria uma jornalista com problemas psicológicos que tem o hábito de cortar a si mesma, e retorna à sua pequena cidade natal para cobrir o assassinato de duas meninas, papel para o qual teve de ganhar quase dez quilos e passar horas na maquiagem para ganhar os cortes em seus braços. A atuação de Amy mais uma vez seria de outro planeta, inclusive mudando seu tom de voz para combinar com o comportamento soturno da personagem. Ela seria mais uma vez aclamada pela crítica, recebendo indicações ao Globo de Ouro de Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para a TV e ao Emmy de Melhor Atriz em Minissérie ou Filme.

O último papel até agora de Amy no cinema foi o de Lynne, esposa do vice-presidente Dick Chaney (interpretado por Christian Bale) em Vice, papel pelo qual ela recebeu sua quinta indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante (sexta ao Oscar no total) e sua quarta ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante (nona ao Globo de Ouro no total, com duas vitórias). Ela já está com dois filmes finalizados, mas que, por causa da pandemia global, estão com sua pós-produção parada: A Mulher na Janela, no qual interpretará uma mulher com fobia de multidões, e Hillbilly Elegy, adaptação do livro de mesmo nome que acompanha o dia a dia de uma família que vive nas Montanhas Apaláquias, uma das regiões mais isoladas dos Estados Unidos, e que será seu primeiro filme exclusivo para a Netflix. Parece que, além disso, a sequência de Encantada, tema de rumores há anos, também está prestes a sair do papel, com as filmagens previstas para começar no ano que vem se possível.

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