segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Clássicos Disney (V)

E vamos começar o ano com mais três Clássicos Disney!

Cinderela
Cinderella
1950


Quando Disney finalmente teve condições de realizar um novo longa metragem, decidiu voltar aos contos de fadas, como se buscasse um reinício tão marcante quanto seu começo com Branca de Neve. Para essa retomada, ele escolheria Cinderela, um dos mais famosos contos de fadas do mundo.

E eu digo isso sem exagero: estudiosos estimam que existam mais de 350 versões da história, algumas datando do Egito Antigo ou do Império Chinês. Aparentemente, o conto de uma moça pobre, maltratada pela família, que um dia conhece um príncipe e muda de vida, faz parte do imaginário coletivo universal.

A Cinderela de Disney é baseada na versão mais popular da história no hemisfério ocidental, chamada Cendrillon e escrita por Charles Perrault em 1697, baseada em um conto italiano chamado Cenerentola, escrito por Giambattista Basille em 1634, e adaptada pelos Irmãos Grimm com o nome de Aschenputtel em 1812. Todas as três versões possuem os elementos básicos da fábula da Cinderela, mas foi Perrault quem inventou elementos como a fada-madrinha, a carruagem de abóbora e o fato de que os sapatos eram feitos de cristal - em Cenerentola, eles eram apenas sapatos chiques.

Também é interessante registrar que Cenerentola, Cendrillon, Aschenputtel e Cinderella são, respectivamente em italiano, francês, alemão e inglês, o nome da protagonista da história - mas não seu nome de batismo. Ninguém sabe o nome verdadeiro da Cinderela, que ganhou esse apelido por ter de dormir sobre o borralho, as cinzas que voam da lareira e sujam o chão em sua volta - e que, em inglês, se chamam cinder. A rigor, portanto, não era para Cinderela ter esse nome em português - tanto que, nas primeiras versões da história em nosso idioma, ela se chamava Gata Borralheira. Quando chegou a hora de traduzir o desenho da Disney, alguém deve ter achado que Gata Borralheira não pegava bem, e ela acabou ficando Cinderela mesmo, dando a impressão de que este é seu nome verdadeiro.

No desenho, Cinderela (Ilene Woods) é a filha única de um aristocrata, que, após ficar viúvo, se casa novamente com a malvada Lady Tremaine (Eleanor Audley), que traz consigo duas filhas de seu casamento anterior, Anastácia (Lucille Bliss) e Drizela (Rhoda Williams), feias e pouco inteligentes, que morrem de inveja da beleza e do carisma de sua nova meio-irmã. Quando o pai de Cinderela morre, a madrasta se revela, e coloca a pobre menina para vestir trapos e trabalhar como uma escrava, enquanto ela e as filhas vivem nababescamente com o dinheiro da herança. Cinderela, entretanto, jamais desiste de seus sonhos, e aceita toda a maldade resignadamente, certa de que, um dia, sua sorte irá mudar.

Esse dia chega graças à teimosia do Príncipe (William Phipps), que insiste em permanecer solteiro, contrariando a vontade de seu pai. Irritado, o Rei (Luis Van Rooten) ordena ao Duque (também Luis Van Rooten) que organize um baile e chame todas as moças solteiras da região, pois no evento será escolhida uma esposa para o Príncipe. Evidentemente, Lady Tremaine vê aí uma oportunidade para ficar ainda mais rica, casando uma de suas filhas com o Príncipe. Sabendo que Cinderela dá de dez a zero em qualquer uma das duas (e provavelmente em qualquer outra moça do Reino), ela arma um plano, dizendo que Cinderela só poderá ir ao baile se terminar todos os seus afazeres e ainda conseguir um vestido apropriado - algo que ela e as filhas se certificarão de que ela não consiga.

Mas, para a sorte de Cinderela, ela possui uma fada-madrinha (Verna Felton), que, após a saída do horrendo trio, usa sua mágica para transformar os trapos de Cinderela em um lindo vestido, uma abóbora em uma carruagem, e dois ratinhos, Jac e Tatá (ambos dublados por Jimmy MacDonald), em lindos cavalos. A cereja desse bolo são os sapatos de cristal, que ela dá para Cinderela calçar. Cinderela, então, tem uma chance de ir ao baile, mas com uma condição: à meia-noite, o feitiço terminará, a carruagem virará abóbora, os cavalos se tornarão ratinhos, e o lindo vestido de Cinderela voltará a ser trapos.

Cinderela vai ao baile e, como era de se esperar, o Príncipe se apaixona por ela. À meia-noite, ela tem de sair correndo para que o Príncipe não a veja em trapos, mas deixa para trás um dos sapatinhos de cristal. No dia seguinte, o Príncipe sai pelo reino procurando a dona do sapato, com quem se casará. E aí eu acredito que todos já saibam como termina a história.

Disney já tinha condições de fazer um novo longa metragem, mas nem por isso estava nadando em dinheiro; portanto, suas instruções foram para que Cinderela fosse feito com o menor orçamento possível. Para reduzir custos, atores foram contratados para guiar os animadores, que copiariam seus maneirismos, o que saía mais rápido do que fazer milhares de rascunhos; nesse estágio, Helene Stanley interpretou Cinderela, e Mike Douglas, o Príncipe. Stanley tinha esperanças de que ela também dublaria a personagem-título, mas Disney acabaria escolhendo Ilene Woods, após um teste que envolveu 310 candidatas, por achar que sua voz era perfeita para um conto de fadas. Woods, mais tarde, confessaria que foi fazer o teste sem saber para qual personagem era, sabendo apenas que era um filme da Disney. Stanley, entretanto, também agradaria bastante a Disney, que a convidaria para atuar como a Princesa Aurora de A Bela Adormecida e como Anita Radcliff em 101 Dálmatas. Mike Douglas acabaria aproveitado como a voz do Príncipe cantando, enquanto William Phipps faria o diálogo. Para a fada-madrinha, Disney chamaria mais uma vez Verna Felton, a matriarca dos elefantes de Dumbo.

Durante a produção, várias cenas foram descartadas, como uma na qual o Príncipe aparecia caçando um veado, mas depois era revelado que ele e o animal eram amigos e estavam brincando; uma sequência musical na qual Cinderela se multiplica para dar conta de seus afazeres antes do baile; e uma na qual Cinderela escuta por detrás da porta a madrasta e as irmãs falando da bela moça misteriosa do baile e acha graça, removida porque Disney achou que os espectadores podiam pensar que Cinderela era desonesta e ficar contra ela; além de um final alternativo que foi considerado muito comprido e arrastado.

Cinderela foi a primeira produção Disney a ter sua trilha sonora - composta pelo grupo Tin Pan Alley, de Nova Iorque, que nos anos seguintes trabalharia para a Disney em praticamente todos os Clássicos - lançada e registrada pela Walt Disney Music Company, uma nova empresa criada especialmente para a ocasião. Na época, não era comum o lançamento de trilhas sonoras de produções cinematográficas, que acabavam vendidas a preço de banana a empresas que desejassem lançar suas partituras, mas Disney decidiu inovar e lucrar também sobre as canções do desenho, já que as dos Clássicos anteriores haviam feito grande sucesso. A de Cinderela não ficaria atrás, vencendo o Urso de Ouro do Festival de Berlim e concorrendo ao Oscar nas categorias Melhor Som, Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção - com Bibbidi-Bobbidi-Boo, que se tornaria uma das mais famosas canções Disney e seria regravada outras quatro vezes, inclusive em uma versão de grande sucesso por Perry Como.

No fim, Cinderela, que estrearia em 4 de março de 1950, acabaria custando quase 3 milhões de dólares, um valor que o estúdio não conseguiria suportar, tendo de fechar as portas, se ele não fosse bem-sucedido. Felizmente, o filme seria o maior sucesso Disney desde Branca de Neve, rendendo 5 milhões apenas em seu primeiro fim de semana. Cinderela renderia tanto dinheiro que não somente permitiria que Disney continuasse produzindo longa metragens, mas também que abrisse sua própria distribuidora, chamada Buena Vista, seu próprio estúdio de TV, e começasse a construção da Disneylândia. No melhor estilo dos Clássicos Disney, o filme seria relançado em 1957, 1965, 1973, 1981 e 1987, somando mais de 141 milhões de dólares com todas as suas bilheterias.

Cinderela teria duas continuações lançadas diretamente em vídeo, Cinderela 2 (com o subtítulo Dreams Come True, "sonhos se realizam", no original) de 2002, narrado por Jac e Tatá, contando a versão deles para o que aconteceu na lua-de-mel entre Cinderela e o Príncipe; e Cinderela 3: Uma Volta no Tempo (A Twist in Time no original), de 2007, no qual Anastácia rouba a varinha de condão da fada-madrinha, e Lady Tremaine a usa para voltar no tempo e mudar a história, fazendo com que o Príncipe se apaixone por Anastácia. Cabe a Cinderela recuperar a varinha e consertar a história.

Alice no País das Maravilhas
Alice in Wonderland
1951


A relação de Disney com Alice vem desde o início de sua carreira, quando ele, ainda com 21 anos e morando no Kansas, produziu uma série de curtas, as Alice Comedies, que misturavam cenas da atriz mirim Virginia Davis com personagens de animação. Foi graças a esses curtas que Disney chamou a atenção da produtora M.J. Winkler, o que possibilitou que ele abrisse seu próprio estúdio, produzisse os desenhos do Mickey, as Silly Symphonies, e, finalmente, os Clássicos.

Nada mais natural que, depois de estabelecido na vida, Disney desejasse fazer um novo filme de Alice. A princípio, entretanto, ele não pensava em fazê-lo totalmente de animação, mas como as Alice Comedies, misturando atores reais a cenários e personagens animados. Em 1933, Disney chegou a fazer um teste com a atriz Mary Pickford, mas acabou desistindo do projeto quando a Paramount lançou, no mesmo ano, um filme de Alice no país das Maravilhas totalmente com atores. Como não queria que sua obra fosse comparada à da Paramount, ele acabaria engavetando o projeto.

O projeto só sairia da gaveta em 1938, após o grande sucesso de Branca de Neve. Disney, então, já pensava em incluí-lo em sua lista de Clássicos, mas problemas com o roteiro fariam com que Pinóquio, Dumbo, Fantasia e Bambi passassem à frente. Aí veio a Segunda Guerra Mundial, e a pobre Alice voltaria para a gaveta.

Em 1944, após o lançamento de Você Já Foi à Bahia?, Disney voltaria a desejar um filme de Alice misturando atores reais a personagens animados, e convidou Ginger Rogers para o papel da menina. O problema é que Rogers já estava com 33 anos, e, portanto, não seria uma Alice muito convincente. Disney, então, resolveu fazer mesmo um desenho totalmente animado, inspirado nas ilustrações de John Tenniel para o livro original de Lewis Carroll. Esse projeto acabaria também engavetado, graças a uma insistência dos produtores em que, para cortar custos, Alice fosse uma atriz real, no caso Luana Patten, que já havia trabalhado em três filmes Disney, Como é Bom Se Divertir, A Canção do Sul e Meu Querido Carneirinho.

Somente após o restabelecimento do estúdio, após a Segunda Guerra, é que Alice voltaria à produção, junto com Cinderella. Disney acabaria decidindo abandonar os traços semelhantes aos de Tenniel em favor de traços mais simples e modernistas, criados pela artista Mary Blair, bem como fazer o filme mais centrado nas músicas e esquetes cômicos, como Você Já Foi à Bahia?, ao invés de fazê-lo com uma narrativa linear, como Cinderela. Essas duas características se tornariam as mais marcantes do filme, mas, enquanto a primeira seria responsável por de muitos elogios, a segunda seria alvo de muitas críticas - a mais comum é a de que os diversos esquetes parecem não encaixar uns com os outros, como se diversos diretores competissem para ver quem faz o segmento mais louco.

A Alice de Disney é inspirada em ambos os livros de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho. A jovem Alice (Kathryn Beaumont), entediada por ter de estudar com sua irmã mais velha, decide seguir um curioso coelho branco (Bill Thompson) que passa por ela correndo de paletó e relógio, e, entrando em sua toca, vai parar em um mundo mágico, onde se envolverá em confusões e ouvirá histórias contadas por personagens como o Chapeleiro Louco (Ed Wynn), a Lagarta (Richard Haydn), o Gato Risonho (Sterling Holloway) e os gêmeos Tweedle Dee e Tweedle Dum (ambos Pat O'Malley). Tudo corre mais ou menos bem até Alice se envolver com a cruel Rainha de Copas (Verna Felton, em seu terceiro papel em um Clássico Disney), que, se sentindo ultrajada, decide decapitá-la. Alice consegue escapar, e acaba descobrindo que tudo não passou de um sonho.

Alice no País das Maravilhas estrearia oficialmente em Londres, em 26 de julho de 1951, chegando aos Estados Unidos dois dias depois. Na Europa, o filme seria bombardeado pela crítica, que o acusaria de querer americanizar uma obra-prima da literatura inglesa, e sofreria até mesmo um boicote por parte dos fãs de Carroll. O filme não chegou a ser um fracasso - custando 3 milhões de dólares, rendeu mais de 7 milhões - mas as pesadas críticas, até mesmo nos Estados Unidos, fariam com que Disney não quisesse relançá-lo nos cinemas, preferindo editá-lo para ser exibido na televisão. O filme só seria relançado nos cinemas em 1974 e 1981, graças, acreditem, a uma associação que os universitários faziam entre a obra de Caroll e o uso de drogas alucinógenas como o LSD, o que bizarramente transformaria um desenho Disney para toda a família em um filme cult entre universitários que curtiam ácido.

Peter Pan
1953


Peter Pan, originalmente, era uma peça de teatro, escrita pelo inglês J.M. Barrie em 1904. A peça sempre foi uma das favoritas de Disney, que tentaria conseguir seus direitos para adaptá-la para um desenho desde 1935. Mas somente em 1939, após o sucesso de Branca de Neve, o Great Ormond Street Hospital de Londres, para quem Barrie passou os direitos da história após sua morte, aceitaria licenciá-la para uma adaptação. Disney começaria a década de 1940 trabalhando no projeto, e pretendia lançar seu Peter Pan logo após Bambi.

Mas aí, como eu já falei um milhão de vezes, veio a Segunda Guerra Mundial, e todos os projetos de Disney seriam paralisados. Quando foram retomados, Peter Pan acabaria tendo alguns problemas de produção, causados por inúmeras mudanças no roteiro.

Originalmente, por exemplo, os roteiristas queria começar o desenho explicando como Peter foi parar na Terra do Nunca, o que foi rejeitado por Disney, que preferia começar o desenho no mesmo ponto em que começa a peça. Em outra versão descartada do roteiro, Peter vinha a Londres não para encontrar sua sombra, mas para sequestrar Wendy e obrigá-la a ser mãe dos Garotos Perdidos, o que Disney achou muito pesado para um filme infantil. Da mesma forma, originalmente Sininho iria revelar a localização do esconderijo de Peter ao Capitão Gancho por vontade própria, com ciúmes de Wendy, mas Disney achou melhor fazer com que o pirata a obrigasse a falar. Outras versões bizarras incluíam uma na qual a cachorrinha Naná vai à Terra do Nunca junto com Wendy, João e Miguel, e atua como narradora, contando a história através de seu ponto de vista; e outra na qual João fica em Londres porque Peter acha que ele é muito chato. Algumas das cenas da peça também tiveram de ser modificadas por não funcionarem bem em um filme, como a cena na qual Sininho morre e é ressucitada pelos aplausos da plateia.

Na versão final, Peter Pan (Bobby Driscoll), um menino que jamais chegará à idade adulta, vem a Londres acompanhado da fada Sininho em busca de sua sombra, que, sabe-se lá como, fugiu dele e se refugiou na residência da família Darling. Enquanto recupera a sombra, Peter conhece os filhos dos Darling, Wendy (Kathryn Beaumont), João (Paul Collins) e Miguel (Tommy Luske), e lhes conta sobre o local onde vive, a Terra do Nunca. Cheias de curiosidade, as crianças, especialmente Wendy, pedem que Peter os leve até a Terra do Nunca, o que é possível através do uso do pó de pirlimpimpim. Ao chegar lá, as crianças se envolverão em grandes aventuras em companhia dos Garotos Perdidos, um grupo de meninos que se veste como animais e mora junto com Peter em seu esconderijo, e da indiazinha Lily, filha do chefe de uma tribo que habita a Terra do Nunca, que conta ainda com animais mitológicos como sereias.

Mas nem tudo são flores: Peter possui um arqui-inimigo, o Capitão Gancho (Hans Conried), líder de um grupo de piratas que ficou preso na Terra do Nunca. Durante um duelo contra Peter, o Capitão Gancho perdeu sua mão, devorada por um crocodilo, que gostou tanto do sabor que agora quer comer o Capitão inteiro. Gancho, que ganhou esse apelido devido ao incidente, após o qual teve de substituir sua mão comida por um gancho de ferro, culpa Peter pela perda, e está sempre tramando com seu imediato Smee (Bill Thompson) uma forma de se vingar do menino, enquanto foge das investidas do réptil - que, para sorte do Capitão, pode ser reconhecido pelo som de tique-taque que faz por ter engolido também o relógio do pirata. Desnecessário dizer, Gancho vê na vinda para a Terra do Nunca de Wendy, por quem Peter claramente tem uma quedinha, a oportunidade perfeita para executar sua vingança.

Assim como em Cinderela, Disney usaria atores para as marcações do personagens em Peter Pan. Os próprios Driscoll, Conried e Beaumont serviriam de modelo para Peter, Gancho e Wendy, respectivamente, enquanto os bailarinos Roland Dupree e Margaret Kerry serviriam de referência para as cenas nas quais Peter, Sininho e os Darling apareciam voando ou parados no ar - segundo os animadores, as mais difíceis que eles já desenharam. Kerry também seria a modelo para a fada Sininho, desenhada à sua imagem e semelhança - apesar de um boato segundo o qual Disney teria se inspirado em Marilyn Monroe para desenhar a fadinha.

Apesar dos temores de Roy, irmão de Walt Disney, que achava que o filme não seria uma boa aposta, Peter Pan, que estreou em 5 de fevereiro de 1953, foi um imenso sucesso de público e de crítica, se tornando o filme de maior bilheteria daquele ano e sendo considerado, até hoje, um dos maiores Clássicos Disney. O sucesso faria com que Peter Pan fosse relançado nos cinemas em 1958, 1969, 1976, 1982, 1989 e 2003. Peter Pan seria o último filme Disney distribuído pela RKO Pictures: já em 1953, Disney colocaria sua Buena Vista para funcionar, distribuindo seus filmes por sua própria companhia a partir de então.

Em 2002, Peter Pan ganharia uma continuação, De Volta à Terra do Nunca (Return to Neverland), lançada diretamente em vídeo. Desta vez, é o Capitão Gancho quem vem até Londres, e sequestra Jane, filha de Wendy - que ele confunde com a própria Wendy - para atrair Peter Pan para uma armadilha. No final dos anos 2000, uma nova série estrelando Sininho (que a partir de então seria chamada também no Brasil por seu nome original, Tinker Bell) também seria lançada, com o nome de Disney Fairies ("Fadas Disney"). Além de uma dezena de livros infantis e de uma centena de merchandising, a série até hoje já rendeu três filmes em computação gráfica, lançados diretamente em DVD, Tinker Bell - Uma aventura no mundo das fadas, Tinker Bell e o Tesouro Perdido e Tinker Bell e o Resgate da Fada, com mais um previsto para esse ano, além do especial de TV Pixie Hollow Games.

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