sábado, 14 de julho de 2007

Baralho (III)

Hoje daremos prosseguimento à série de posts sobre baralhos, falando sobre o baralho francês. O baralho francês é o mais famoso e popular do mundo, sendo conhecido em todo o planeta. Em nem todo o planeta, porém, ele é conhecido como baralho francês: nos Estados Unidos, ele é conhecido como baralho anglo-americano (na verdade uma confusão com o padrão anglo-americano, que veremos em breve), em alguns lugares ele é chamado de baralho inglês (já que as letras que representam as figuras costumam estar em inglês), e em muitos outros, baralho internacional, já que é fabricado no mundo inteiro. O baralho francês, portanto, é nada menos do que aquele que todo mundo conhece, onde os naipes de espadas e paus são pretos, e os de ouros e copas, vermelhos.

Dama de Ouros, baralho de luxoApesar de ser o mais famoso, o baralho francês também foi o último a surgir, já no início do século XVI. Seus naipes foram inspirados nos do baralho alemão, que representavam coisas da natureza e da vida no campo (folhas, sinos, castanhas e corações) ao invés de nos tradicionais espanhóis e italianos, mais ligados à nobreza e realeza (moedas, taças, espadas e bastões). A intenção dos fabricantes era simplificar ao máximo a produção dos baralhos: na época, ou eles eram desenhados e pintados à mão, o que impossibilitava sua produção em massa, sendo feitos sob encomenda para famílias abastadas; ou eram impressos com enormes blocos de madeira entalhados, mais ou menos como a literatura de cordel do nordeste brasileiro. Desta forma, quanto menos detalhes as cartas tivessem, mais fácil seria o entalhamento, e mais rápido os baralhos poderiam ser produzidos.

É importante ter em mente que os primeiros baralhos espanhóis, italianos e alemães não eram tão cheios de cores e detalhes quanto os de hoje em dia; ainda assim, desenhar uma espada ou um sino no bloco de madeira ainda era relativamente trabalhoso, principalmente porque as cartas numéricas mais altas tinham muitos deles. Para cada baralho, era utilizada uma única e enorme peça de madeira, que imprimiria todas as cartas de uma só vez, sendo estas cortadas depois de eventualmente pintadas à mão, com a ajuda de um estêncil. Imagina-se, portanto, que se lá no final o entalhador cometesse um erro, provavelmente toda aquela peça teria de ser inutilizada, e o trabalho teria de começar todo de novo.

Pois bem, voltando ao rumo, os fabricantes franceses decidiram pegar os já simplificados naipes alemães, e simplificá-los ainda mais: as folhas se tornaram pontas de lança (piques), as castanhas viraram trevos (trèfles), os sinos foram transformados em losangos (carreaux) e os corações, que já tinham uma forma simples, foram mantidos (coeurs). Assim, a confecção das cartas numéricas tornou-se bem mais fácil e rápida, podendo o artista se concentrar nas figuras. Os primeiros baralhos também eram normalmente impressos em poucas cores, pois o uso de muitas delas poderia encarecer o produto, anulando o propósito de se imprimir em bloco ao invés de se fazer à mão. Neste sentido, os franceses acabaram inovando sem querer: decidiram imprimir as cartas de piques e trèfles em preto, enquanto as de carreaux e coeurs eram impressas em vermelho. As figuras eventualmente recebiam detalhes em azul ou amarelo em suas roupas.

O baralho francês típico é composto de 52 cartas, 13 para cada naipe, sendo as numéricas de 1 a 10, mais três figuras. Como o baralho francês foi inspirado no alemão, ele nunca chegou a ter a carta do Cavaleiro, já que nos baralhos alemães a figura que seria correspondente ao Cavaleiro não está montada a cavalo. Ainda no intuito de simplificar, para evitar a confusão que poderia ser criada por três figuras masculinas no baralho, os franceses decidiram substituir a de maior valor depois do Rei por uma Rainha. Para a figura de menor valor foi escolhido o valet, uma figura da corte francesa que atuava mais ou menos como um secretário do Rei. O valet não tinha equivalente em português, mas nós acabamos pegando esta palavra emprestada, e batizando-o de Valete.

Devido à facilidade com que era produzido, o baralho francês rapidamente se espalhou pela Europa, só não conseguindo se firmar na Espanha, onde o baralho espanhol já era muito forte. Um dos países onde o baralho francês se tornou mais popular foi a Inglaterra, que não possuía um baralho próprio. No início, as cartas eram fabricadas na cidade francesa de Rouen, e exportadas em larga escala para a Inglaterra, mas mais tarde os ingleses decidiram começar a fabricar seus próprios baralhos, copiando os modelos que vinham de Rouen. Da Inglaterra, os baralhos acabaram chegando aos Estados Unidos, levados por marinheiros e comerciantes, que os usavam para se distrair durante as longas viagens de navio. Esta prática não somente deu origem ao que mais tarde viria a ser conhecido como padrão anglo-americano, mas também foi responsável por muitas modificações que transformaram o baralho no que ele é hoje.

9 de paus, 1690Originalmente, nenhuma carta do baralho possuía qualquer número ou letra, devendo as cartas serem identificadas pelo número de símbolos dos naipes nelas, ou por sua figura. Isto fazia com que jogar fosse um pouco mais complicado do que hoje em dia, pois as cartas precisavam ser manuseadas várias vezes durante uma partida. No século XVIII, com técnicas de impressão mais modernas, como a litografia, que já não exigiam que as cartas fossem entalhadas uma a uma, alguns fabricantes tiveram a boa idéia de colocar números nos cantos das cartas, para que, quando elas fossem seguradas com apenas uma das mãos, em forma de leque, o jogador pudesse saber com facilidade quais cartas tinha na mão. Mais tarde, abaixo do número foi adicionado um pequeno símbolo do naipe ao qual a carta pertence, para que este também se tornasse facilmente identificável. Assim foram criados os índices.

Desde sua criação, foi condicionado que os índices das cartas numéricas teria o número correspondente ao valor da carta, enquanto as figuras teriam letras. Esta convenção acabou levando a mudanças nos nomes de duas cartas: para começar, em francês, tanto Rei (Roi) quanto Rainha (Reine) têm nomes que começam pela letra R. Para solucionar este impasse, as cartas das Rainhas passaram a ser impressas com a letra D, de Dame ("senhora"), o que, efetivamente, mudou o nome da carta, de Rainha para Dama. Em inglês, o que aconteceu foi ainda mais curioso: o equivalente do valet na corte inglesa era o knave, nome pelo qual a carta era conhecida até a criação dos índices. O problema é que knave, assim como Rei (King), começa com a letra K. Alguns fabricantes chegaram a produzir baralhos que traziam nas cartas o índice Kn, mas os jogadores não gostavam disso, pois freqüentemente confundiam as cartas com Reis ao olhá-las de relance (vale lembrar que praticamente cada fabricante desenhava as figuras de um jeito, então às vezes não era fácil reconhecer um Valete só de olhar para ele). A solução veio meio sem querer: desde o século XVII, era muito popular na Inglaterra um jogo chamado all-fours, onde o Valete do naipe de trunfo era conhecido como Jack. O porquê disso se perdeu no tempo, sendo o mais provável que fosse uma alusão ao termo jack of all trades, algo como "pau para toda obra", mas o que importa é que, conforme a popularidade do jogo crescia, mais e mais jogadores se referiam aos valetes, seja qual fosse o jogo, como jacks. Os fabricantes, então, decidiram aproveitar e marcar os knaves com a letra J, oficialmente mudando o nome da carta para Jack. Por incrível que pareça, esta foi uma decisão muito controversa: o jogo de all-fours era fortemente relacionado às pessoas das classes mais pobres, então alguns jogadores das classes mais altas consideravam que chamar os knaves, um termo relacionado à nobreza, de jacks era extremamente vulgar. Com o tempo e a popularização do baralho, porém, o nome pegou.

Também foi na Inglaterra que se começou o costume de marcar os Ases com a letra A; originalmente, eles eram marcados com o número 1. Ao contrário do que muitos pensam, porém, o Ás não tem este nome por ser a carta mais forte do baralho, é justamente o contrário: pessoas de grande destaque são chamadas de ases justamente porque o ás é a carta de mais destaque do baralho. Curiosamente, inclusive, no século XV, "ace" ("ás", em inglês) era sinônimo de "má sorte" no vocabulário dos ingleses, pois era o nome que se dava ao resultado 1 - o pior de todos - em uma jogada de dados.

Ás de Copas, baralho temáticoA explicação, por incrível que pareça, era bem simples: no Império Romano, existia a palavra as, originalmente utilizada como nome de uma pequena moeda, que valia uma unidade monetária, mas que com o passar do tempo passou a significar uma unidade de qualquer coisa: uma laranja, um litro, um saco de terra, tudo era as. Com o fim do Império Romano e do latim como língua corrente, a palavra as acabou sendo adaptada para outros idiomas, mas sempre com o significado de uma unidade. E o Ás, evidentemente, era a carta número um do baralho, aquela que só tinha um desenho do naipe.

O costume de chamar a carta 1 de Ás surgiu na Itália, onde, em jogos de dados, o resultado 1 era chamado asso. Como as pessoas que jogavam dados muitas vezes também jogavam baralho e vice-versa, não demorou para que a carta de resultado 1 também fosse apelidada asso, ainda no baralho italiano. Curiosamente, as cartas 2 e 3 também eram chamadas de deuce e trey, outros termos dos jogos de dados, mas que caíram em desuso e não foram transportados para o baralho. Na Inglaterra, asso era ace, e esse foi o nome que pegou na carta. Como todo mundo só chamava a carta 1 de Ace, o mais natural fosse que seu índice tivesse a letra A, e não o número 1, como ocorria na França, por exemplo.

Agora, a razão pela qual o Ás vale mais do que todo mundo, e não menos, é um pouco mais nebulosa. A teoria mais aceita é a de que este costume tenha surgido durante a Revolução Francesa, quando o povo destronou o monarca Luís XVI. Transportando a Queda da Bastilha para o jogo de baralho, o Ás, um cidadão comum, passou a valer mais do que o Rei. Por ser meio romântica, esta versão não é levada a sério por alguns estudiosos, que preferem acreditar em uma versão mais simples: o Ás vale mais do que o Rei em alguns jogos simplesmente porque a regra diz que ele vale e pronto. Além do mais, a Revolução Francesa é um evento relativamante recente; os jogos de baralho já existiam há pelo menos dois séculos quando Maria Antonieta foi guilhotinada. Mesmo que se argumente que as regras dos jogos mudaram depois disso, em muitos jogos que usam baralhos espanhóis e italianos o 1 - e em alguns casos até o 2 e o 3 - também vale mais que o Rei, e nas regiões onde eles surgiram a Revolução Francesa não teria exercido uma influência tão grande.

Rei de Espadas, 1675Junto com os índices, a invenção que mais revolucionou o baralho foi a de imprimir as figuras nos dois sentidos da carta. Originalmente, as figuras eram impressas em um único sentido, ou seja, todas tinham pés, e podiam ficar "de cabeça para baixo" nas mãos dos jogadores. Em baralhos sem índices, era meio difícil reconhecer uma figura pelo pé, então os jogadores tinham de desvirá-las, o que, além de consumir tempo, podia dar dicas aos oponentes de que você tinha figuras na mão. Com esta preocupação em mente, em 1745 um fabricante francês da cidade de Agen teve uma idéia: cortou as figuras no meio, e imprimiu a mesma metade nas duas metades horizontais da carta, com uma linha no meio. Estava criada, portanto, uma figura que jamais ficaria de ponta-cabeça: não importava como o jogador segurasse a carta, uma das cabeças estaria sempre na parte superior da carta.

Por incrível que pareça, a inovação não foi bem recebida, e, diante de inúmeros protestos, o governo francês chegou a proibir a impressão de baralhos com este tipo de figuras. Algumas cartas, porém, chegaram à Itália e Tchecoslováquia, que gostaram da idéia e começaram a imprimir vários baralhos com esta característica, e de lá chegaram à Inglaterra, que viram nas figuras "de duas cabeças" (double-headed, como são conhecidas, em oposição a single-headed, "cabeça única", termo pelo qual ficaram conhecidas as figuras que podem ficar de cabeça para baixo depois da popularização das que não podem) o complemento perfeito para os índices, que tinham sido inventados praticamente ao mesmo tempo que elas. Os baralhos fabricados na Inglaterra, portanto, passaram não somente a ter as figuras impressas nos dois sentidos da carta, mas também as cartas numéricas passaram a ter alguns símbolos do naipe invertidos (se você pegar um 2, por exemplo, vai ver que um dos naipes está de cabeça para cima e o outro de cabeça para baixo). Isto aliado a índices nos cantos superior esquerdo e inferior direito (este "de cabeça para baixo") acabou resultando em cartas que jamais precisam ser viradas, podendo ser manuseadas muito mais facilmente - outro ponto que contribuiu para a popularização do baralho.

A última inovação de destaque no baralho francês foi a adição dos Curingas. O Curinga foi inventado nos Estados Unidos, na metade do século XIX, para ser usado em um jogo chamado euchre. De origem alemã, o euchre é um jogo com trunfos, onde o maior trunfo é o Valete do naipe que é o trunfo, seguido do outro Valete da mesma cor que ele (por exemplo, se o trunfo for Espadas, o segundo maior trunfo é o Valete de Paus) e então pelo Ás, Rei, Dama, 10 e 9 do naipe do trunfo. Na terminologia do jogo, o Valete do trunfo é chamado de Right Bower, e o da mesma cor que ele de Left Bower. Bower é uma corruptela da palavra alemã bauer, que significa "camponês", e costumava ser o nome dos Valetes em muitos jogos de origem alemã. O porquê deles serem conhecidos como "Right" e "Left" ("direito" e "esquerdo") é desconhecido.

Pois bem, o euchre chegou aos Estados Unidos pelas mãos de imigrantes alemães e holandeses, e logo se popularizou, ganhando centenas de variações. Em algumas delas, havia uma carta ainda mais poderosa que o Right Bower, que levava o apelido de Best Bower (pois era a melhor carta do jogo, e best significa "melhor" em inglês). Como o jogo de euchre não usa todas as cartas do baralho (na verdade só 24 delas, do 9 ao Ás de cada naipe), o Best Bower era representado por uma outra carta qualquer que não fizesse parte do jogo, tradicionalmente o 2 de Espadas.

A partir de 1865, alguns fabricantes começaram a produzir baralhos especiais para o jogo de euchre, que vinham só com 25 cartas: as 24 necessárias ao jogo, e mais uma carta especial, normalmente com o símbolo do fabricante e as palavras "Best Bower". Então, uma pequena confusão lingüística se encarregou de criar uma figura para ilustrar esta carta: a forma original de se escrever o nome do jogo não era euchre, mas juker, nada menos do que "valete" no dialeto da região onde foi criado o jogo, o que faz muito sentido, já que o valete é a carta mais valiosa do jogo. Tanto "euchre", em inglês, quanto "juker", em alemão, se pronunciam da mesma forma ("iúker"); mas "juker", em inglês, tem uma pronúncia totalmente diferente ("djúker") - e quase igual à de joker, o nome do bufão, do bobo-da-corte, figura que ficaria associada à carta. O que também fazia muito sentido, pois, se o baralho tinha Reis, Rainhas e Valetes, só faltava mesmo um Bobo.

Best Bower, 1872Depois que alguns fabricantes começaram a adicionar ao seu baralho uma carta com um simpático palhacinho, os jogadores imediatamente se puseram a inventar usos para ela, e muitos outros jogos ganharam variações que usavam Curingas. Estes baralhos chegaram até a Europa, o que fez com que muitos jogos europeus também tivessem suas regras alteradas para que o Curinga fizesse parte deles, e com que muitos fabricantes europeus também passassem a colocar Curingas em seus baralhos. Alguns jogos, inclusive, passaram a requerer mais de um Curinga, o que levou os fabricantes a produzir, a partir do início do século XX, baralhos que vinham acompanhados de dois ou até três deles. Como em alguns jogos cada Curinga tinha uma função diferente, criou-se o hábito de imprimir um dos Curingas em cor diferente - por exemplo, um em colorido e um em preto-e-branco, ou um em preto e um em vermelho. Hoje, o Curinga já é considerado por muitos como parte integrante do baralho.

Para finalizar, vamos falar sobre os nomes dos naipes: como já foi dito, originalmente os naipes do baralho francês representavam pontas de lança, trevos, corações e losangos, o que se reflete nos nomes usados até hoje em francês para eles: piques, trèfles, coeurs e carreaux. Conforme o baralho francês se espalhava pela Europa, porém, os símbolos, meio abstratos, iam ganhando novos nomes, que refletiam o que as pessoas achavam que eles representavam. Na Espanha, por exemplo, três dos naipes mantiveram seus nomes originais (picas, tréboles, corazones), mas os losangos viraram diamantes. Na Itália eles viraram quadrados (quadri) e os trevos se tornaram flores (fiori), enquanto os outros dois mantiveram seus nomes (picche, cuori). Na Alemanha, somente os trevos mudaram de nome, para cruzes (Kreuz), com os outros três (Pik, Herz, Karo) mantendo os significados originais.

Quando o baralho chegou à Inglaterra, os nomes dos naipes foram afetados por uma grande confusão. Talvez misturando tudo o que vinha dos outros países, o naipe de corações manteve o mesmo nome (hearts); mas os losangos viraram diamantes (diamonds); os trevos se tornaram clavas (clubs), em uma tradução literal de seu nome no baralho espanhol; e as pontas de lança ganharam um nome que até tem a ver com seu formato, spades ("pás"), mas que também é escrito de forma idêntica ao nome original do naipe de espadas em italiano.

Aqui no Brasil nós também não usamos os nomes originais franceses, mas uma adaptação para o português dos nomes dos naipes originais do baralho espanhol: para nós, as pontas de lança são Espadas, os trevos são Paus, os corações são Copas, e os losangos são Ouros. Uma provável explicação para isso é a de que Portugal é isolado do restante da Europa, fazendo fronteira apenas com a Espanha. Assim, quando o baralho francês chegou até lá, ao invés de inventar nomes novos, a população simplesmente passou a usar os nomes dos naipes do baralho de seus vizinhos, com os quais já estava acostumada.

Com o passar do tempo e a popularização dos baralhos, novas e mais modernas técnicas passaram a ser utilizadas em sua confecção. O uso da cromotipografia permitiu que as cartas já fossem impressas a cores, sem precisarem ser pintadas depois; a impressão offset acelerou o processo de confecção dos baralhos, e permitiu que as figuras se tornassem muito mais detalhadas e coloridas. Finalmente, o processo de plastificação tornou as cartas muito mais duráveis, fazendo com que até os baralhos mais bonitos pudessem ser utilizados para jogar.

Todos estes processos levaram ao surgimento de baralhos especiais, variações enfeitadas, e, principalmente, dos padrões regionais. Um padrão regional surgia quando todas as fábricas de uma mesma região começavam a produzir um mesmo baralho, tornando-o característico daquela região. Mas isso, como vocês devem estar imaginando, é assunto para o próximo post desta série, onde veremos os padrões regionais do baralho francês!

2 enfiaram o nariz:

nadia84 disse...

Oi! Sei que esse post é antigo já, mas se vc vir isso, será que poderia me ajudar? Eu quero fazer uma tatuagem e gostaria de ver as outras cartas desse baralho que você mostrou, o primeiro, da Dama de Ouros. Pra ser mais específica, eu quero o Valete de Copas!
Obrigada!

Nádia

10:04 PM
Guil disse...

Olá Nádia

Todas as imagens desses posts sobre baralho eu peguei desse site aqui:

http://a.trionfi.eu/WWPCM/

Infelizmente, eu não me lembro especificamente de qual baralho é essa Dama de Ouros, mas acho que é de um fabricado pela Piatnik.

Abraços!

11:03 AM

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