segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Savage Reign / Aggressors of Dark Kombat

Quando eu fiz o post sobre Power Instinct, no início do ano, acabei me lembrando de outros três jogos pouco conhecidos, mas muito legais - pelo menos na minha opinião - do Neo Geo. Não me lembro ao certo onde os joguei, mas foi pouco, porque nenhum deles tinha no fliperama pouco ortodoxo perto de onde eu estudava citado no post em questão, e nem nos outros mais tradicionais também. Me lembro que um deles eu joguei quando viajei para o Rio Grande do Sul em 1999, mas acho que todos os três podiam ser encontrados por aqui também, porque essa não foi a única ocasião.

Enfim, isso não importa. O que interessa é que, mesmo tendo jogado pouco, eu os achei bem interessantes. E, desde que eu escrevi o post sobre Power Instinct, penso em falar sobre eles também. Confesso que, essa semana, quando me lembrei disso e resolvi finalmente escrever, levei um susto ao ver que escrevi sobre Power Instinct em fevereiro; na minha cabeça, esse post era bem mais recente, mas acho que uma das desvantagens de só escrever um post por semana é perder a noção do tempo.

Como antes tarde do que nunca, o post de hoje é dedicado a três jogos desconhecidos porém interssantes do Neo Geo. E, se você está estranhando que eu estou falando três, mas o título do post só tem dois nomes, é porque um é continuação de outro, então eu resolvi economizar. Sem mais delongas, vamos começar.

E vamos começar pelo que eu mais gostava dos três, Savage Reign. Lançado pela SNK em 1995 para arcades e Neo Geo, com o pomposo título original de Fuun Mokushiroku: Kakutou Sousei ("o apocalipse do vento e névoa: a gênese do combate corpo a corpo" - eu disse que era pomposo) Savage Reign (nome que até usa termos pomposos, mas significa simplesmente "reinado selvagem") é ambientado no futuro, mais ou menos cinquenta anos após os eventos da série Fatal Fury. A única ligação de Savage Reign com Fatal Fury, porém, é que o jogo é ambientado na cidade de South Town - onde, além dos eventos de Fatal Fury, também se desenrolam os de outra série clássica da SNK, Art of Fighting - que cresceu, se tornou mais tecnológica, e foi renomeada para Jipang City.

O enredo é o tradiconal dos jogos de luta: um belo dia, surgiu um lutador superpoderoso, chamado King Leo (cujo nome em japonês é Shin Shishioh, "o novo rei leão"), e lançou, pela TV, um desafio: o torneio de luta Batalha do Deus-Fera, cujo último oponente seria ele mesmo, armado com a lendária Espada do Leão. Aquele capaz de derrotá-lo receberia riquezas e fama além de sua imaginação, o que aparentemente já é o bastante para atrair um bando de gente disposta a encher uns aos outros de porrada, cada um querendo provar que é o único digno de enfrentar King Leo.

Ao todo, nove lutadores se inscreveram no torneio: Sho Hayate, jovem japonês que desenvolveu um estilo de luta próprio, chamado Fuunken ("punho do vento e névoa"), que combina artes marciais com o uso de um bumerangue (o que prova que não deve ser nada fácil inventar uma nova arte marcial); Carol Stranzack, jovem ginasta francesa que está sendo obrigada pelo pai a se casar com King Leo, e teve a promessa do noivo de que, se ela o vencer em combate, o compromisso será anulado; Max Eagle, norte-americano lutador de luta livre profissional (mas que, por algum motivo bizarro, usa um machado como arma) que desconfia que King Leo é seu irmão há muito desaparecido; Gordon Bowman, policial obeso inglês que quer o dinheiro do prêmio para pagar o tratamento de sua filha, que sofre de uma doença rara; Chung Paifu, idoso chinês que se veste (e luta) como adolescente, e entra em estado de fúria (ganhando bônus nos ataques e sofrendo menos dano) se alguém derrubar o boné de sua cabeça; Joker, líder de uma gangue conhecida como Lolly Po Po, que se veste como palhaço e quer vencer o torneio para provar que sua gangue é a mais poderosa da cidade; Nicola Zaza, adolescente russo gênio da ciência que inventa geringonças tecnológicas e deseja testá-las no torneio; Gozu, ninja membro de uma organização terrorista conhecida como Jaguar, portador das lendárias Garras do Fogo, que permitem que ele use ataques baseados em fogo, e quer vingança porque King Leo matou seu irmão, Kazu; e o outro irmão de Gozu, Mezu, portador das lendárias Garras do Gelo, que permitem que ele use ataques baseados em água e gelo, também membro do Jaguar, e que também quer vingança pela morte de Kazu.

Uma coisa bastante curiosa em Savage Reign é que, após derrotar os demais lutadores que podem ser selecionados (inclusive o seu próprio), você enfrenta um lutador chamado King Lion (Kage Shishioh, "rei leão das sombras", em japonês). Pela aparência, você acha que está lutando contra King Leo, o último chefe, mas, na verdade, King Lion é um impostor - ou melhor, um imitador - contratado pelo próprio King Leo para "testar" os vencedores do torneio e ver se eles são dignos de enfrentá-lo; somente após derrotar King Lion é que você pode enfrentar King Leo e, aí sim, tentar terminar o jogo. Além de ser bastante parecido, King Lion tem o mesmo estilo de luta de King Leo - usando, inclusive, a Espada do Leão - com até alguns golpes sendo os mesmos; King Leo, entretanto, é bem mais forte e mais difícil de ser derrotado. Havia um truque para jogar com King Lion, mas não com King Leo.

O sistema de jogo era o mais simples possível: cada personagem tinha uma barra de energia, e podia usar seus golpes normais e especiais para acabar com a barra de energia do oponente. Cada luta dura no máximo três rounds, sendo vencedor quem primeiro ganhar dois. Não havia barra de super, mas alguns ataques, principalmente os especiais, ganhavam bônus no dano caso a energia do personagem fosse igual ou menor a 20% do total. Como era comum nesse tipo de jogo na época, Savage Reign também tinha um estágio bônus, no qual o objetivo era destruir sinos e manekinekos (os "gatinhos da sorte" japoneses).

Uma das principais características de Savage Reign é que, assim, como em Samurai Shodown, cada personagem tem uma arma (Hayate tem um bumerangue, Carol uma bola de ginástica rítmica, Eagle um machado, Gordon um cassetete elétrico, Chung um cajado, Nicola um escudo, Gozu as Garras do Fogo, Mezu as Garras da Água, King Lion e King Leo a Espada do Leão, e Joker tem um jack in the box, aquela caixa que se abre e uma cara de palhaço presa a uma mola salta lá de dentro). Assim como em Art of Fighting, o jogo tem um sistema de zoom, que faz com que os personagens fiquem maiores na tela quando mais próximos e menores quando mais afastados, efetivamente ampliando o tamanho do cenário; além de um efeito estético, esse zoom possui um efeito sobre o uso das armas: quando próximos, os personagens usam as armas em combate corpo-a-corpo, mas, quando distantes, as usam para aplicar ataques a distância (arremessando a arma, como Carol e Nicola, ou fazendo com que ela dispare algum ataque, como Gozu e Mezu). Como todo jogo do Neo Geo, Savage Reign faz uso de quatro botões, sendo que três deles são para ataques: um para socos, um para chutes e um para o uso da arma; apertar o botão com suavidade resulta em um golpe fraco, enquanto apertá-lo com força resulta em um golpe forte.

O quarto botão é usado para mudar de plano. "E o que seria isso?", você pergunta. Assim como em Fatal Fury, cada cenário tem dois planos nos quais a luta pode se desenrolar, sendo que um lutador que está em um dos planos não pode atingir nem ser atingido por um que esteja no outro. Em Fatal Fury, esses planos eram sempre o anterior e o posterior (mais perto da tela e no fundo da tela, respectivamente), mas em Savage Reign eles são mais criativos: em um dos cenários os lutadores se enfrentam pendurados em canos, em outro pulam pelos telhados das casas, e em um terceiro sobem em um trilho onde até podem ser atropelados por um trenzinho. Na maior parte dos cenários, aliás, esse segundo plano tem algum "perigo", como buracos, lava ou o já citado trenzinho, que pode devolver o lutador para o primeiro plano (como um buraco) ou tirar parte de sua energia (como, mais uma vez, o trenzinho). Pressionando o botão de mudar de plano junto com um botão de soco ou chute, o lutador muda de plano atacando, o que pode ser muito útil em algumas ocasiões.

Savage Reign fez um relativo sucesso no Japão, e acabou ganhando uma continuação, chamada Kizuna Encounter: Super Tag Battle (Fuun Super Tag Battle no Japão). Esse eu lembro que tinha em um fliperama xexelento aqui perto de casa, mas eu joguei pouquíssimo, porque não gostava muito de frequentar o local.

Lançado em 1996 pela SNK para arcades e Neo Geo, Kizuna Encounter possui a distinção de ter sido o primeiro jogo de luta a trazer o modo Tag, no qual cada jogador escolhe dois personagens e pode alternar entre eles durante a luta, que seria popularizado no ano seguinte, quando a Capcom o usaria em X-Men vs. Street Fighter. O Tag usado em Kizuna Encounter, porém, até por ter sido o primeiro, é bastante rudimentar: para começar, você só pode trocar de personagem se estiver sobre uma área específica do cenário, marcada em vermelho para o primeiro jogador e em azul para o segundo - porque as áreas são diferentes para cada um. Para facilitar, logo abaixo da energia dos personagens há a palavra "Change" ("troca"), que fica acesa quando seu personagem está sobre a área de troca e apagada e com um X em cima quando não está. Em segundo lugar, não é preciso derrotar ambos os personagens de uma dupla para vencer; se um for derrotado, não importa quanta energia tinha o outro, essa dupla perde - hoje em dia isso é o padrão em jogos como Tekken Tag Tournament, mas, quando o modo Tag se popularizou, o normal era ter de derrotar os dois.

Diferentemente de em Savage Reign, cada personagem tem duas barras de energia, uma amarela e uma vermelha, sendo que a vermelha só começa a gastar depois que a amarela termina; não há qualquer bônus nos ataques relacionado ao tamanho da barra de energia, e cada luta dura apenas um round, por isso as duas barras de energia. O zoom, o sistema de usar o mesmo botão para golpe fraco e forte e o sistema de armas foram mantidos, mas não a fase bônus ou os dois planos de luta; o quarto botão, agora, serve para trocar de lutador.

Um ano depois do torneio anterior, King Leo ainda não se conformou de ter sido derrotado, e decide organizar um novo torneio, com uma nova regra: agora, todos os lutadores terão de se inscrever em duplas, para ele provar que é capaz de derrotar dois ao mesmo tempo. Ao vencedor, mais dinheiro e mais glória. Oito dos lutadores do jogo anterior estão de volta: Hayate, Eagle, Gordon, Chung, Gozu, Mezu, Joker e King Lion (que agora pode ser selecionado desde o início). A eles se unem Rosa, jovem espanhola que luta com uma espada, cujo irmão foi sequestrado por King Leo; e Kim Young Mok, policial sul-coreano descendente de Kim Kap Hwan (de Fatal Fury), que investiga as atividades criminosas da Lolly Po Po e luta usando um bastão. King Leo é o penúltimo chefe do jogo; depois de vencê-lo, você ainda terá de enfrentar Jyazu, o líder da Jaguar e secretamente um tengu - homem-corvo com poderes mágicos do folclore japonês. King Leo e Jyazu não fazem duplas com outros lutadores, devendo ser enfrentados sozinhos; além disso, Jyazu é o único personagem do jogo que não usa uma arma.

Curiosamente, nem Savage Reign nem Kizuna Encounter jamais ganharam versões caseiras - exceto as do Neo Geo e do Neo Geo CD. O mais perto que se chegou disso foi a coletânea Fuun Super Combo, lançada para Playstation 2 em 2007 exclusivamente no Japão. Fuun Super Combo não traz nenhuma diferença em relação aos jogos originais, parecendo até que eles simplesmente foram emulados para o Playstation 2.

O terceiro jogo que veremos hoje, Aggressors of Dark Kombat, não tem nada a ver com os outros dois: não faz parte da mesma série, não tem os mesmos personagens, sequer é do mesmo fabricante. Quando eu pensei em escrever esse post, aliás, pensei em escrever só sobre os outros dois; mas foi de Aggressors of Dark Kombat que eu me lembrei primeiro quando estava escrevendo sobre Power Instinct, e era dele que eu estava com mais vontade de falar. Como um post só sobre ele ficaria curtíssimo, decidi juntá-lo aos outros dois.

Aggressors of Dark Kombat foi lançado em 1994, para arcades e Neo Geo, pela ADK, mesma criadora de World Heroes. Seu título, aliás, é uma espécie de trocadilho com o nome da empresa, já que também pode ser abreviado para ADK - e ainda pega uma carona na onda de Mortal Kombat, já que a forma correta de se escrever combat é com C. Esse título engraçadinho, por sinal, foi uma criação da ADK norte-americana, já que, no Japão, o jogo tem um título, por incrível que pareça, mais bizarro ainda: Tsuukai GANGAN Koushinkyoku, algo como "a emoção da marcha intensa", sendo que "gangan" (que, no título original, é escrito com letras ocidentais e todo em maiúsculas), em japonês, também é uma onomatopeia usada em mangás quando um personagem dá uma bronca em outro. Vai entender.

Enfim, ADK, como o título será doravante abreviado, é um jogo bastante cômico, mas bem interessante, principalmente devido a algumas particularidades. Para começar, diferentemente de outros jogos de luta, nos quais só é possível andar para a frente e para trás, em ADK você pode se movimentar ewm todas as direções, como se estivesse jogando Final Fight ou Streets of Rage. Por conta disso, para pular, é usado um dos botões - mas não para defender, para isso você deve colocar o direcional para trás quando o oponente estiver atacando, o que equivale a dizer que não é possível fugir de um ataque andando para trás. Outra característica curiosa é que as lutas têm plateia - um grupo de pessoas torcendo por um dos lutadores - e, de vez em quando, a plateia joga objetos (como canos, facas e tampas de bueiro) na direção dos lutadores; assim como em jogos tipo Final Fight, esses objetos podem ser recolhidos e usados como arma, para aumentar o dano dos golpes, ou arremessados contra o oponente.

Assim como em Savage Reign, apertar o botão de soco ou de chute brevemente resulta em um soco ou chute fraco, enquanto apertá-lo com mais força resulta em um forte. O jogo só usa um botão para soco, um para chute e um para pulo, com o quarto não sendo usado para nada. Como é tradicional, além dos socos e chutes, cada personagem possui especiais - nenhuma magia, apenas especiais do tipo combo - mas o foco do jogo são os arremessos: existem várias formas de arremessar, contra-arremessar e fugir de arremessos, e alguns golpes que só podem ser usados para atacar um oponente no ar ou caído no chão após um arremesso. O jogo também conta com uma barra de super, chamada Crazy na versão em inglês e GANGAN na versão em japonês, que vai enchendo conforme o lutador acerta golpes e é acertado por eles; uma vez cheia, a barra pode ser usada para desferir o mortal golpe Crazy (ou GANGAN), que, se acertar, acaba com uma das barras de energia do oponente instantaneamente. "Uma das barras" porque cada personagem tem quatro (nas cores azul, verde, amarela e vermelha), sendo que a seguinte só começa a diminuir quando a anterior se esgota totalmente (esgotada a vermelha, o personagem é nocauteado); em compensação, cada luta dura apenas um round. Um detalhe estético, que não influencia na luta, mas é engraçado, é que, quanto mais a luta demora, mais os lutadores ficam suando e soltando uma fumacinha pela boca, com cara de cansados.

Ao todo, o jogo conta com oito personagens à disposição do jogador. Sendo o jogo ambientado em Osaka, Japão, três deles são japoneses: Kotaro Fuuma (ele mesmo, de World Heroes), se perdeu durante uma viagem no tempo, e, de acordo com seu código de conduta ninja, é obrigado a aceitar qualquer desafio para uma luta, o que faz com que ele enfrente os demais personagens do jogo; Joe Kusanagi, considerado o melhor lutador de rua do leste do Japão, que, sem nenhum adversário à altura onde mora, decide viajar pelo país em busca de novos oponentes; e Goh Kidokoro, chefe de uma gangue e considerado o melhor lutador de rua do oeste do Japão, que quer consolidar seu domínio derrotando qualquer um que o ameace. Os outros cinco são Kisarah Westfield, inglesa aluna de intercâmbio que se apaixona por Joe e quer provar que é tão boa de briga quanto ele; Leonhalt Domador, lutador de luta livre mexicano que vai ao Japão treinar para ser o maior de todos os tempos; Sheen Genus, canadense que sonha em formar sua própria liga profissional de luta, e vai ao Japão em busca de lutadores fortes para convidar, fazendo questão de testar todos pessoalmente; Bobby Nelson, adolescente norte-americano que acredita ser um astro do basquete, e viaja o mundo desafiando oponentes para provar ser o melhor e na esperança de que algum empresário o descubra; e Lee Hae Gwon, lutador de taekwondo sul-coreano que luta para acabar com as brigas de rua, que, em sua opinião, ameaçam os alunos da escola japonesa onde dá aulas.

Uma coisa curiosíssima em relação aos personagens de ADK é que seus nomes não aparecem escritos nem no quadro de escolha, nem no painel sob a energia, apenas rapidamente após as lutas, quando aparece o recorde de tempo daquela luta específica (por exemplo, se você estiver jogando com Fuuma e enfrentar Kisarah, após a luta aparecerá um quadradinho "Fuuma vs. Kisarah" com os três melhores tempos registrados na máquina para todas as vezes em que alguém jogando com Fuuma enfrentou Kisarah). Os sobrenomes não aparecem em lugar algum do jogo, embora eu imagine que estivessem no manual da versão Neo Geo.

Outra curiosidade é que o jogo não tem um último chefe fixo - aliás, até onde eu saiba, ele não tem nem história, com os personagens enfrentando uns aos outros para cumprir seus próprios objetivos; depois que você derrota os personagens à disposição do jogador (incluindo o seu próprio), o jogo acaba, sendo que o último oponente é sempre o mesmo para cada lutador específico (o último de Fuuma, por exemplo, é Kisarah, que conhece um cientista que tem uma máquina do tempo capaz de enviar Fuuma para sua época de origem, sendo os outros enfrentados em uma ordem diferente cada vez que se joga). Mais tarde, esse sistema seria usado em outros jogos, como Street Fighter Alpha 3, mas, na época, foi uma inovação.

Assim como os outros dois jogos que vimos hoje, ADK, além das versões Neo Geo e Neo Geo CD, não ganhou nenhuma versão caseira, mas foi incluído em uma coletânea lançada exclusivamente no Japão para o Playstation 2. ADK Tamashii (e esse ADK é ADK mesmo, do nome da empresa, e não abreviação do nome do jogo; tamashii significa alma ou espírito), de 2008, trazia, além de Aggressors of Dark Kombat, outro jogo do mesmo estilo, Ninja Master's; um no estilo Final Fight, chamado Ninja Combat; um no estilo Contra, chamado Ninja Commando; e um jogo de puzzle, Twinkle Star Sprites; todos originalmente produzidos pela ADK para o Neo Geo.

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