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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Jogo do Chapéu

Às vezes eu tenho a impressão de que só eu me lembro de algumas coisas da minha infância. O exemplo mais notório é o do desenho Jayce, que passava no SBT, mais precisamente no programa da Mara Maravilha, na época em que umas 12 horas diárias daquele canal eram dedicadas a programas infantis e desenhos. Por alguma razão bizarra, todo mundo se lembra de vários desenhos que passavam junto com ele, como Popples, A Nossa Turma, Pole Position, M.A.S.K., e até mesmo Jem e os Hologramas, mas ninguém, ninguém se lembra de Jayce. E aí eu tenho de descrever o desenho, os personagens, contar a história, e as pessoas continuam não se lembrando, e já teve até um sujeito que me acusou de ter inventado esse desenho e estar tentando convencê-lo de que passava na televisão. Até hoje, eu já perguntei para umas duzentas pessoas, e a única que se lembra vagamente - e assim mesmo só dos vilões - é o Rod Ran, que escrevia comigo no BLOGuil.

Além de Jayce, há um outro exemplo de coisa da minha infância que só eu e uma outra pessoa nos lembramos: o Jogo do Chapéu. Como eu era bem pequeno quando o jogava, não sei bem o tamanho de sua popularidade na época, mas, até começar a perguntar e descobrir que ninguém sabia o que raios era um Jogo do Chapéu, nem mesmo depois que eu descrevia o tabuleiro e explicava as regras, cheguei à conclusão de que ele não devia ser lá tão popular assim. O que, na verdade, me causou grande estranheza, pois todos os meus amigos de infância não só o conheciam como também o jogavam.

De minha parte, eu descobri o Jogo do Chapéu quando ainda era bem criança, nem me lembro quantos anos tinha. Também não me lembro se foi presente de Natal, aniversário ou outra ocasião qualquer, mas lembro que meu pai me deu um conjunto que vinha com quatro jogos de tabuleiro, mais especificamente Ludo, Damas, Xadrez Chinês e, evidentemente, o Jogo do Chapéu. Eu adorava esse conjunto, não só porque eu adorava jogos de tabuleiro, mas também porque ele tinha muito mais qualidade do que a maioria dos vendidos hoje em dia. Experimente tentar comprar um conjunto semelhante - igual, aparentemente, é impossível, já que o Jogo do Chapéu parece ter sido eternamente substituído pelo jogo de Trilha, também conhecido por aí como Moinho - e você verá que, quase que invariavelmente, os tabuleiros serão feitos de um papel cartão vagabundo, e tão pequenos que as peças, feitas de plástico igualmente vagabundo, mal caberão nelas. O meu conjunto não. Os tabuleiros eram grandes, do mesmo tamanho que o do Banco Imobiliário, de papelão grosso, com verso de couro e cantoneiras de alumínio nas quinas. As peças do Xadrez Chinês, do Ludo e do Jogo do Chapéu eram conezinhos feitos de plástico duro e transparente, até parecidos com chapeuzinhos de palhaço. E as peças do jogo de Damas eram de madeira, pintadas de branco e preto, com coroazinhas entalhadas no centro. Deve ter sido caro. Tão caro que eu nem imagino porque meu pai decidiu dá-lo para duas crianças (eu e minha irmã), já que, graças à nossa fúria infantil, ele não sobreviveu. Quer dizer, até que durou bastante, mas, quando fomos mudar de casa, quando eu tinha 13 para 14 anos, a maioria dos conezinhos já havia sido destruída, a maioria das peças de Damas já não existia mais, e todos os quatro tabuleiros estavam rasgados no meio - de tanto dobrar e desdobrar para jogar. Desnecessário dizer, como estávamos aproveitando a mudança para nos desfazermos de tranqueiras, minha mãe não deixou que trouxéssemos esses restos mortais. Alguns anos depois, eu ainda consegui comprar um conjunto de relativa qualidade - os tabuleiros são grandes e de papelão, e as peças são de plástico duro, com as do Ludo e do Xadrez Chinês se parecendo um pouco com bolos de casamento - mas era um conjunto com Damas, Ludo, Xadrez Chinês e Trilha. Procurei um que viesse com o Jogo do Chapéu até cansar, mas depois acabei desistindo.

Enquanto procurava, comecei a estranhar que ninguém - além de mim, minha irmã e meus pais - soubesse do que eu estava falando. Afinal, como eu já disse, eu não era a única criança da minha idade que tinha um Jogo do Chapéu. Para falar a verdade, me lembro de dois colegas: um tinha um com tabuleiro de papelão e chapeuzinhos de plástico mole; o outro tinha um cujo tabuleiro se dividia em quatro peças, como as de um quebra-cabeças, e os chapéus tinham olhinhos, como se fossem criaturas vivas correndo por uma floresta enquanto tentavam capturar umas às outras - pois é, até uma ilustração de floresta esse tabuleiro tinha. Eu me lembro especialmente desse porque eu enchi o saco do meu pai para que ele me comprasse um, mas ele nunca achou. E só quando ele já tinha procurado bastante é que eu descobri que era importado, e que um parente desse meu colega tinha trazido para ele da Europa. O que absolutamente não diminuiu minha frustração, mas pelo menos encerrou a busca do meu pai.

Pois bem, depois de comprar meu novo conjunto de quatro jogos clássicos, acabei desistindo de comprar um Jogo do Chapéu, imaginando que ele havia sido relegado ao oblívio, e que ninguém nunca mais saberia do que se trata. Um dia, porém, eu juro que vi na Ri Happy uma caixa que tinha uns 10 ou 12 jogos, e dentre eles estava o Jogo do Chapéu. Não comprei porque estava muito caro, e na época eu estava curto de dinheiro. Quando a situação melhorou, voltei à loja, e, surpresa, a tal caixa não existia mais, e nenhum vendedor parecia saber do que se tratava. Já quase convencido de que o Jogo do Chapéu havia sido alguma memória falsa implantada ou coisa do tipo, comentei o fato com a minha namorada, que me surpreendeu ainda mais ao revelar que não somente ela conhecia o Jogo do Chapéu... como ainda tinha um!

Ou quase. Na verdade ela ainda tinha um tabuleiro, pequeno e feito de papelão grosso, mas sem dúvida um tabuleiro do Jogo do Chapéu, e uma folha de instruções que dizia que aquele jogo se chamava Pega o Chapéu. Os chapéus há muito já não existiam - nós até achamos um amarelo e um vermelho, mas estavam tão amassados que era impossível jogar com eles - mas ainda era possível jogar com as peças do meu Ludo. Finalmente, eu estava duplamente aliviado: não somente descobri que o Jogo do Chapéu não fora uma alucinação de minha infância, como também pude jogar uma partida novamente, depois de tantos anos.

E ainda teve mais: desde que eu vi o jogo fantasma na Ri Happy, me pus a digitar "jogo do chapéu" no Google, para ver no que iria dar. Nunca deu em nada, evidentemente. Mas, digitando "pega o chapéu", acabei descobrindo três coisas interessantíssimas: primeiro, um blog que tinha uma foto de um igualzinho ao da minha namorada, o que prova que, além de mim, dela, e de meus dois colegas da infância, mais gente teve esse jogo. Segundo, uma versão virtual do jogo, na verdade uma coletânea chamada World's Most Famous Board Games, que conta com os clássicos Ludo, Xadrez Chinês, Xadrez, Damas, Trilha, Reversi, Resta Um e mais alguns outros, dentre estes o Jogo do Chapéu, com o nome de Catch the Hat. Terceiro, procurando por Catch the Hat, acabei achando algumas informações interessantes sobre o jogo, que me deram vontade de escrever um post sobre ele.

Este post, porém, ficou alguns anos rolando, até que hoje eu resolvesse finalmente escrevê-lo. O principal motivo foi que eu achei que não iria ter assunto suficiente para um post inteiro sobre o Jogo do Chapéu - pensei até mesmo em fazer um post duplo, falando também de Chispa, outro jogo de tabuleiro que eu adoro, e que também acho que não renderia um post inteiro. Mas esta semana, enquanto procurava assunto, lembrei do comentário do N7 de que havia gostado da "parte pessoal" do meu post sobre o pinball, e tive a ideia brilhante de escrever uma introdução que contasse minha "parte pessoal" sobre o Jogo do Chapéu. Assim, o post não ficaria tão pequeno, já que, como vocês verão em breve, a história e as regras do jogo não são nenhum tratado internacional.

Portanto, depois de toda essa encheção de linguiça, vamos saber qual é a desse Jogo do Chapéu!



Vamos começar pelas regras: o tabuleiro do Jogo do Chapéu conta com 77 casas. Destas, 52 estão dispostas em um grande círculo, outras 24 estão em quatro "braços" que saem do círculo em direção a seu centro, e a última é uma casa central, na qual os quatro "braços" se encontram. Nos cantos do tabuleiro, cada uma tocando uma das casas do círculo, ficam quatro bases, uma para cada jogador, nas cores azul, amarela, verde e vermelha.

Cada jogador jogará com quatro "chapéus", que são quatro peões, normalmente em formato de cones, mas que podem ser de qualquer outro tipo, desde que permitam que um peão "encaixe" em cima do outro, como que para formar um castelo no jogo de Ludo. No início do jogo, todos os quatro chapéus estarão dentro da base de mesma cor. Um por vez, em ordem determinada por sorteio ou qualquer outro método, os jogadores terão direito a jogar um dado, e, independente do resultado que tirarem, colocar um de seus chapéus no tabuleiro, entrando pela casa que toca sua base. Um jogador que já tenha um chapéu no tabuleiro poderá escolher entre andar com ele ou tirar outro chapéu da base; o número de chapéus que cada jogador tem na base ou no tabuleiro em determinado momento fica a seu exclusivo critério. Uma vez que um chapéu esteja no tabuleiro, ele poderá andar em qualquer direção livremente, desde que faça todo o movimento em uma única direção - um jogador não pode, por exemplo, ao tirar cinco no dado, andar três casa para a frente e duas para trás, mas a direção na qual ele andará as cinco casas também é de sua livre escolha.

O objetivo do jogo é capturar os chapéus do adversário, o que é feito em dois momentos: primeiro, você tem que fazer com que um chapéu seu caia na mesma casa de um chapéu adversário. Quando isto ocorre, você coloca o seu chapéu sobre o dele, para demonstrar que ele está capturado. Em seguida, você precisa levar este chapéu até a sua base, onde ele será preso, e jamais retornará ao jogo. Para prender um chapéu capturado, o seu chapéu deve entrar de volta na sua base, como se ela fosse uma casa normal do tabuleiro, mas isso não precisa ser feito com uma jogada exata; um chapéu pode ir até a base, depositar lá um chapéu capturado e retornar para o tabuleiro em uma mesma jogada, desde que conte a base como uma casa comum, e a casa de saída da base duas vezes (já que irá pisar nela uma vez para entrar, e outra para sair). É imprescindível, porém, que você entre com o chapéu na base para poder remover o chapéu capturado do jogo; simplesmente alcançar a casa de entrada não é suficiente. Não há problema algum em um chapéu que leve oponentes capturados terminar sua jogada dentro da base, já que na jogada seguinte ele poderá sair dela normalmente. Um chapéu que esteja no tabuleiro não pode, entretanto, retornar para a base se não tiver pelo menos um chapéu capturado, nem usar a base como casa na hora de seu movimento - passando por ela como se fosse deixar um chapéu capturado quando não tem nenhum.

Como já foi dito, chapéus capturados que sejam levados até a base saem do jogo para nunca mais voltar. Uma vez que um chapéu seu tenha sido capturado, portanto, só existe uma forma de evitar que este triste destino ocorra: capturando o chapéu que capturou seu outro chapéu. Isso mesmo, não há limite para o número de chapéus capturados; enquanto estiver no tabuleiro, seja sozinho ou levando chapéus capturados, um chapéu estará suscetível à captura. Capturar um chapéu que leve um chapéu de outro oponente de volta para sua base é extremamente vantajoso, portanto, pois retirará do jogo dois chapéus oponentes de uma vez só.

Na eventualidade de você conseguir "recapturar" um chapéu seu que havia sido capturado pelo oponente - capturando o chapéu que o havia capturado antes dele conseguir retornar à base dele - basta retornar à sua própria base; ao chegar lá, os chapéus oponentes serão removidos do jogo, e os chapéus "salvos" ficarão dentro da base como no início da partida, podendo sair de lá normalmente na jogada seguinte. Desnecessário dizer, um jogador não pode capturar seu próprio chapéu se outro oponente já não o tiver capturado e o estiver levando para a base; na prática, esta regra faz com que seja impossível dois chapéus da mesma cor ocuparem uma mesma casa, ou seja, se você tirou um resultado no dado que fosse fazer isso ocorrer, deverá andar para o outro lado, com outro chapéu, ou passar a vez se nenhuma das alternativas anteriores for possível.

Como um chapéu que caia na mesma casa de um oponente automaticamente o captura, e dois chapéus do mesmo jogador não podem ocupar a mesma casa, temos uma regra geral de que dois chapéus jamais estarão na mesma casa ao mesmo tempo - regra esta que possui uma bem-vinda exceção: 12 das casas do tabuleiro possuem cor diferente, oito no círculo e uma em cada "braço". Estas casas são "santuários", ou seja, nenhum chapéu pode ser capturado se estiver parado em uma delas. Teoricamente, não há limite para o número de chapéus que pode ficar parado ao mesmo tempo em um santuário, embora seja confuso colocar mais de dois. Também não importa de quem são os chapéus parados no santuário; se quiser, um mesmo jogador pode colocar seus quatro chapéus no mesmo santuário ao mesmo tempo.

Uma partida do Jogo do Chapéu não tem duração pré-definida; ela dura até que só reste um jogador no tabuleiro - ou seja, até que todos os chapéus de todos os outros jogadores sejam capturados. Para maior praticidade, o jogo pode terminar assim que o último chapéu for capturado, não sendo necessário que o vencedor o leve até sua base, pois ninguém poderá salvá-lo no meio do caminho mesmo. Como o jogo também não tem nenhuma espécie de pontuação, o número de chapéus sobreviventes do jogador vencedor e o número de chapéus capturados por cada jogador não têm nenhuma importância; o que vale é ter o último chapéu livre no final do jogo.

O Jogo do Chapéu comporta de dois a quatro jogadores, e a forma tradicional de se jogar é com cada jogador controlando quatro chapéus de uma mesma cor. Mas existem, ainda, duas formas alternativas: uma delas é o jogo em duplas, onde dois jogadores serão aliados um do outro, e inimigos dos outros dois. Chapéus aliados nunca podem se capturar nem ocupar a mesma casa, enquanto chapéus inimigos podem ser presos em qualquer uma das duas bases aliadas - ou seja, se os aliados são o vermelho e o verde, um chapéu vermelho que capture um amarelo poderá levá-lo para a base verde, onde será removido do jogo. Aliados também podem se salvar mutuamente, libertando os chapéus de seus aliados que sejam levados para uma base sua junto com os de seus inimigos. A outra forma alternativa de jogar é parecida, mas própria para dois jogadores: ao invés de quatro, cada jogador joga com oito chapéus, não podendo capturar mas podendo salvar normalmente qualquer um dos seus, mesmo que sejam de cores diferentes, e podendo prender os chapéus inimigos em qualquer uma de suas duas bases.

O Jogo do Chapéu é bastante antigo; foi inventado em 1927, na Alemanha, por C.A. Nitsche-Neves, que o lançou pela fabricante Damm com o nome de Fang den Hut ("capture o chapéu"). Na década de 1930, os direitos sobre o jogo foram passados para a Ravensburger, que o lançou nos Estados Unidos com o nome de Trap the Cap (algo como "aprisione o chapéu"). Na década de 1950, buscando aumentar a popularidade do jogo, a Ravensburger lançou uma nova versão, que permitia até 6 jogadores, somando chapéus brancos e pretos aos já tradicionais azuis, amarelos, verdes e vermelhos.

Mas, apesar de ter alguns fãs, o jogo era considerado apropriado apenas para crianças, e nunca fez muito sucesso, até cair em domínio público no final da década de 1970, quando a fabricante Spear's lançou uma versão chamada Coppit, que teve uma boa vendagem. Graças a ela, até hoje o Jogo do Chapéu é mais conhecido nos Estados Unidos pelo nome Coppit do que por seu nome original. Foi também graças a Coppit que o jogo começou a se espalhar pelo mundo, pois, além dessa versão estar vendendo bem nos Estados Unidos, o jogo era de domínio público, o que significava que ninguém precisava pagar nada a ninguém para produzir e vender o seu próprio Jogo do Chapéu.

Foi assim que, na década de 1980, o jogo chegou ao Brasil, em duas versões, a "genérica", que era a que eu possuía, e se chamava simplesmente Jogo do Chapéu, e a "oficial", lançada pela Grow com o nome de Caça ao Chapéu. A versão que a minha namorada tinha, Pega o Chapéu, era fabricada pela Big Toy. Até procurei, mas não consegui descobrir se algum outro fabricante o lançou com um nome diferente por aqui.

Infelizmente, após um curto surto de popularidade, o Jogo do Chapéu foi caindo no esquecimento. Pelo que eu andei vendo, as últimas versões "novas" são todas da década de 1980, exceto na Suécia, onde o Hattjakten, da Tactic, é comercializado até hoje. Curiosamente, porém, este não é um Jogo do Chapéu "verdadeiro", mas um híbrido dele com outro jogo, chamado Aggravation. O legítimo Jogo do Chapéu parece ter ficado mesmo perdido em minha infância - e as razões pelas quais um jogo de domínio público deixa de ser colocado no mercado permanecem um mistério.

5 enfiaram o nariz:

M.A.Camargo disse...

Grande post! Parabéns, muito obrigada!!
Eu estava limpando uma gaveta quando descobri esse jogo. Estava sem as regras, e a caixa rasgada.

8:19 AM
C disse...

Eu jogavaaaaaaa!!! Você sabe onde vende??? Procuro na internet, mas não encontro. Eu tinha a Coleção de Ouro Big Toy, que vinha com ele, mas não tenho mais... Descobri uma coleção desta para vender no Mercado Livre, mas parece que a empresa não fabrica mais esta coleção. Uma pena! Hoje estou com 25 anos e estou doida para adquirir estes jogos outra vez. Tinha até xadrez chinês! O melhor jogo que eu achava. Vc não está sozinho no mundooo!!! Eu tb brincava de pega chapéu! hahahahah! Caline.

3:12 PM
José Daniel Santis disse...

Parabens pelao comentario,eu tenho este jogo mas ñ conhecia os detalhes das regras.Tenho mais de 300 jogos de tabuleiro e até pensei em produzir uns jogos antigos ,pois acho q ñ tem melhor coisa do q jogar jogos de tabuleiros com amigos.Um grande abraço.

11:47 AM
José Daniel Santis disse...

Parabens pelao comentario,eu tenho este jogo mas ñ conhecia os detalhes das regras.Tenho mais de 300 jogos de tabuleiro e até pensei em produzir uns jogos antigos ,pois acho q ñ tem melhor coisa do q jogar jogos de tabuleiros com amigos.Um grande abraço.

11:48 AM
Moni disse...

Olá Guil, parabéns pelo post. Sou de 1955, jogava e ainda tenho esse jogo da minha infância, e acho que na época ele já era meio rodado, pela ortografia da regra na tampa da caixa penso que é muito mais antigo que eu, rsrs... chama-se "Pega o Chapéo!". Os chapéus são de papel, só não tenho mais os dados originais. Fabricado pela Manufatura de Brinquedos e Novidades A. L. Mueller. Se quiser posso te mandar fotos. Abraços.

10:26 PM

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