FAQ

Essas perguntas nem são tão frequentes assim, mas dizem respeito aos assuntos mais, digamos, controversos do átomo. Resolvi escrever esse FAQ na esperança de que, antes de fazer uma delas em uma caixa de comentários, o perguntador tenha a boa ideia de vir olhar aqui.

01. Se você publica o átomo desde março de 2003, por que os comentários mais recentes são de janeiro de 2010? Você apaga os comentários antigos?
02. Por que você não aceita comentários anônimos?
03. Em diversos posts, você faz referência a uma "musiquinha lá em cima" ou coisa do tipo. Que musiquinha é essa?
04. Em diversos posts, você faz referência a "meu Perfil aí ao lado" ou coisa do tipo. Que Perfil é esse?
05. Por que seu blog não tem feed?
06. Por que você só coloca os quatro últimos posts na página principal? Se fossem os cinco últimos ficaria mais arrumadinho.
07. Onde você conseguiu a figura (insira aqui o nome da figura)? Tem mais que nem ela?
08. Posso sugerir um tema para um próximo post?
09. Seu post sobre (insira o assunto aqui) está desatualizado. Você pretende atualizá-lo?
10. Há um link em um de seus posts que não funciona. Por que?
11. De onde você tira as informações que coloca em seus posts?
12. Por que o nome do seu blog é átomo?
13. Por que o "a" do átomo é minúsculo? Não é um nome próprio?

P: Se você publica o átomo desde março de 2003, por que os comentários mais recentes são de janeiro de 2010? Você apaga os comentários antigos?

R:
Não, eu não apago comentários antigos. Os únicos comentários que apago são os feitos por mim mesmo, quando faço algum tipo de teste, e os feitos por amigos pessoais meus, quando se utilizam da caixa de comentários para mensagens pessoais (tipo "você vai na casa do fulano amanhã?").

O problema nesse caso é que, desde que eu comecei a publicar o blog, já perdi todos os meus comentários três vezes. Lá em março de 2003, o Blogspot (que ainda nem era do Blogger, que ainda nem era do Google) tinha duas versões, a gratuita e a paga, sendo que comentários só estavam disponíveis para quem assinasse a versão paga. Os usuários da gratuita teriam de recorrer a um serviço "terceirizado" de caixas de comentários. Foi o que eu fiz, e acabei optando por um serviço também gratuito chamado Enetation, indicado pelo meu amigo Rod Ran, que o usava em seu blog.

Um belo dia, entretanto, eu passei a não conseguir mais logar na Enetation. Eles diziam que minha senha (que eu usava praticamente todos os dias) estava errada, e, quando eu escolhia "esqueci minha senha", diziam que haviam mandado um e-mail para meu endereço cadastrado - o qual eu jamais recebia. Depois de muito insistir, desisti, e migrei para um outro serviço gratuito, chamado Haloscan, que provavelmente também me foi indicado por alguém, só que eu não me lembro por quem foi, então me desculpe pessoa que me indicou.

De qualquer forma, essa foi a primeira vez em que eu perdi todos os comentários. A segunda foi quando, um belo dia, aconteceu uma zica qualquer nos servidores da Haloscan, e todos os comentários armazenados lá foram apagados. A Haloscan continuava gratuita e eu continuava conseguindo logar, então eu continuei usando o serviço - exatamente até janeiro de 2010, quando eles anunciaram que o serviço gratuito seria descontinuado, e quem desejasse continuar com a Haloscan, que iria, inclusive, mudar de nome, teria de passar a pagar.

Essa foi a terceira e espero última vez em que perdi todos os comentários. Na época, o Blogger já havia disponibilizado há algum tempo o serviço de comentários para todos os usuários, então eu resolvi usar o deles mesmo, ao invés de recorrer a mais um terceirizado. E é esse serviço que eu uso até hoje.

P: Por que você não aceita comentários anônimos?

R:
Essa foi uma decisão que eu demorei muito a tomar, e que relutei muito antes de pôr em prática. Pessoalmente, não gosto de blogs e sites que obrigam que uma pessoa se registre para comentar. Na minha opinião, isso desestimula comentários dos não registrados, que raramente se registrarão apenas para comentar alguma coisa.

Entretanto, parece que tem gente que não sabe brincar. De cada 10 comentários que eu recebia aqui no átomo, 9 eram assinados como "anônimo". Se fosse por preguiça de assinar o nome, tudo bem, mas muitos se escondiam por detrás do anonimato para atazanar a minha paciência.

Graças a esses maus elementos, todos vocês agora serão obrigados a ter uma conta do Google, LiveJournal, WordPress, TypePad, AIM ou OpenID se quiserem comentar alguma coisa. Podem até simplesmente atazanar minha paciência, mas terão de fazer isso devidamente identificados.

P: Em diversos posts, você faz referência a uma "musiquinha lá em cima" ou coisa do tipo. Que musiquinha é essa?

R:
Assim como já está em seu terceiro serviço de comentários (e no terceiro de hospedagem de figuras, embora isso não venha ao caso), o átomo também já está em seu terceiro template diferente. Nos dois primeiros, cada post era iniciado por um trecho de uma música, que eu selecionava de acordo com o assunto do post. Quando eu mudei para esse template novo, no qual os posts são apresentados por resumos e têm títulos, esse trecho de música passou a mais atrapalhar do que ajudar - primeiro, porque ocupava um espação do resumo; segundo, porque já estava ficando difícil achar músicas para todos os posts. Sendo assim, eu resolvi apagar todas as músicas de todos os posts, e essa referência ficou meio sem pé nem cabeça.

Graças a uma bizarrice do Blogger, porém, o comecinho de cada trecho ainda pode ser visto, em todos os posts anteriores à mudança do template exceto um, na barra de endereços do navegador, como parte do endereço do post ao qual ele originalmente se referia.

P: Em diversos posts, você faz referência a "meu Perfil aí ao lado" ou coisa do tipo. Que Perfil é esse?

R:
Na época desses posts, a coluna lateral esquerda, onde hoje estão os posts aleatórios, era o meu Perfil, que listava várias coisas das quais eu gosto. Eventualmente eu cansei desse Perfil e o removi, mas não tenho paciência para editar todos os posts que fazem referência a ele, então ficou mais uma referência sem pé nem cabeça, como a das musiquinhas.

P: Por que seu blog não tem feed?

R:
Eu não gosto de feeds. Não vou com a cara deles. Eu gosto que as pessoas venham até o meu blog e vejam quais as novidades que eu preparei para a semana, mesmo que não se interessem pelo assunto e não leiam o post. Na minha cabeça, se eu colocar um feed, as pessoas vão ler no feed do que se trata o assunto da semana, e, se não se interessarem, não visitarão o blog. E nenhum argumento a favor dos feeds que eu já li até hoje foi capaz de mudar minha opinião.

P: Por que você só coloca os quatro últimos posts na página principal? Se fossem os cinco últimos ficaria mais arrumadinho.

R:
Concordo, tanto que selecionei que fossem exibidos os cinco últimos. Só que o Blogger possui uma restrição quanto ao número máximo de caracteres que podem ser exibidos nos posts da página principal, e, se esse máximo for atingido ou ultrapassado, ele reduz automaticamente o número de posts para quatro (ou menos, embora nunca tenha acontecido), mesmo que estejam programados cinco.

Curiosamente, mesmo meu template só exibindo os resumos dos posts, o Blogger conta o número de caracteres total do post, não do resumo, para determinar se esse máximo foi atingido. E, como os posts ultimamente andam enormes, quase toda semana ele é, e acabam aparecendo só os quatro últimos, ficando um buraco no lugar do quinto. De vez em quando, quando cinco posts um pouco menores vêm em sequência, ainda aparecem os cinco, mas, como quatro é mais usual, as pessoas pensam que eu selecionei para que fossem exibidos apenas os quatro últimos, o que não é o caso.

P: Onde você conseguiu a figura (insira aqui o nome da figura)? Tem mais que nem ela?

R:
Todas as figuras de todos os posts do átomo, com exceção da foto do bolo do meu aniversário, foram encontradas na busca de imagens do Google. Exceto em casos muito especiais (quando eu gosto do site do qual ela veio e o favorito, por exemplo), eu não anoto de onde elas vieram, então fica meio difícil eu saber de onde uma figura específica veio ou se ela é a única naquele estilo.
Ainda assim, você pode me perguntar na caixa de comentários - afinal, vai que eu sei - ou usar o mesmo método que eu: se a figura for, por exemplo, de um rinoceronte, escreva "rinoceronte" na busca de imagens do Google e veja se ela aparece lá.

P: Posso sugerir um tema para um próximo post?

R:
Pode. Eu vou aceitar sua sugestão? Provavelmente não.

O átomo tem uma regra que eu gosto de manter o mais rígida possível: é um blog para falar sobre coisas das quais eu gosto. Quando vou escolher um novo assunto, antes de pensar se vai interessar a alguém lê-lo, eu penso se eu vou me interessar em escrevê-lo. Por causa disso, é até possível que eu abra raras exceções para falar de coisas sobre as quais não gosto muito, mas a iniciativa tem de partir de mim; se ela partir de uma sugestão, é bem provável que eu ache aquele assunto um saco e resolva não escrever sobre ele.

Como eu disse no começo da resposta, entretanto, você pode sugerir. Talvez você acabe sugerindo um assunto do qual eu goste, ou dê a sorte de me pegar de bom humor. Por favor só não encha o meu saco: uma vez um sujeito sugeriu o mesmo assunto umas cinco semanas seguidas. Esse é o meio mais fácil de não somente não ter sua sugestão atendida como também de receber uma resposta malcriada.

P: Seu post sobre (insira o assunto aqui) está desatualizado. Você pretende atualizá-lo?

R:
Provavelmente não. Em circunstâncias muito especiais eu até atualizo posts - os quais marco com a categoria "posts atualizados depois", podem ir lá conferir - mas escrever os posts novos já toma uma gigantesca parcela do meu tempo livre, de forma que seria inviável eu ficar atualizando os antigos.

Pode ser, entretanto, que um belo dia eu decida escrever um novo post sobre o mesmo assunto apenas com as novidades - o que já fiz diversas vezes e é, nesse caso, meu método favorito.

P: Há um link em um de seus posts que não funciona. Por que?

R:
Assim como eu não tenho como atualizar todos os posts, não tenho como verificar se todos os links que coloquei neles ainda funcionam. Muitas vezes, o site que eu linquei sai do ar por qualquer motivo e eu não fico sabendo. Nesses casos, tudo o que se pode fazer é deixar pra lá - você pode até me avisar que o link não está mais funcionando, mas, muito provavelmente, eu não vou colocar um que esteja no lugar.

Apesar dos assuntos nostálgicos, o átomo é um blog voltado para o futuro. O passado aqui só é remexido em circunstâncias muito especiais.

P: De onde você tira as informações que coloca em seus posts?

R:
Nos posts mais antigos, elas vinham de revistas especializadas e de sites que eu catava no Google. Nos mais recentes, quase tudo vem da Wikipédia - que pode não ser a fonte mais confiável do mundo, mas é a que tem mais informações em um só lugar. Quando eu preciso confirmar ou complementar alguma informação, porém, eu recorro ao site oficial do assunto ou ao Google. Muitas vezes a sites em mais de um idioma. Sim, escrever para o átomo dá um trabalho danado, mas eu gosto.

P: Por que o nome do seu blog é átomo?

R:
Eu gosto da palavra. Tem um som legal, um significado legal ("indivisível" em grego; "tomo" significa divisão, e o "a" é um prefixo de negação, assim como em "amoral" ou "apolítico") e uma semântica legal, já que tudo na vida é feito de átomos. Também gosto do estereótipo do átomo, aquele monte de bolinhas gravitando em torno de uma bolota. Diante disso, me pareceu uma boa escolha para um nome.

P: Por que o "a" do átomo é minúsculo? Não é um nome próprio?

R:
Talvez por causa do acento, eu acho que átomo fica mais bonitinho do que Átomo. Como quem inventou o nome fui eu, resolvi inventar que era minúsculo e pronto. Mas eu não vou ligar se você escrever maiúsculo em um comentário.